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sábado, 28 de abril de 2012

Se você não perdoar também não será perdoado

Se você não perdoar, também não será perdoado!

Pedir perdão e perdoar é um processo complicado que envolve a mais profunda empatia, humanidade e sabedoria. Sabemos que sem o perdão, não pode haver um amor duradouro, não há mudanças, não há crescimento, não há real liberdade.
Perdão é um ato da vontade. É uma escolha voluntária. Você pode optar por perdoar ou não, porém precisa lembrar de que perdoar e ser perdoado envolve a mesma dinâmica. Se você espera ser perdoado por seus erros, então você é obrigado a fazer o mesmo. Se não houver capacidade para perdoar os outros, você não pode esperar que os outros o perdoem também.
Quando nos sentimos prejudicados, imediatamente procuramos fazer acusações. Desejamos fazer justiça. Queremos ferir aqueles que nos feriram. Machucar aqueles que nos prejudicaram.
Perdão não é natural. A natureza humana sempre procura uma forma de vingança, mas isto não pode ser parte daqueles que se preparam para viver um dia no céu.
Quando somos atingidos por aqueles que amamos, parecemos desvalorizar todos os anos de relacionamento que tivemos. Um relacionamento que trouxe tanta alegria ao coração, tanta felicidade, se perde rapidamente, e começamos a usar palavras duras e ásperas.
Um dia, estava assistindo quatro garotos jogarem ping-pong. Eles jogavam muito felizes, mas logicamente apenas dois deles deveriam ganhar o jogo e os outros dois deveriam perder. Enquanto saiam e conversavam, um dos que havia ganhado o jogo, bateu levemente nas costas do que perdera dizendo, “da próxima vez você terá um pouco mais de sorte”. O que perdera pegou sua racket e bateu um pouquinho mais forte nas costas do que ganhara e disse, “certamente eu terei mais sorte...”, em seguida, o primeiro que começou a conversa, bateu um pouco mais forte nas costas do que perdera, dizendo alguma outra coisa e naquele momento os quatro começaram a brigar e a rolar pelo chão como verdadeiros inimigos.
Muitas e muitas vezes a luta em família começa assim. Falamos uma palavra áspera, então o outro diz alguma coisa mais forte, respondemos com outra mais forte ainda, e quando menos imaginamos estamos numa briga de grandes palavras. Como tudo seria diferente, se tivéssemos apenas nos calado ou dito uma palavra mansa ao outro. E quando isso acontece, muitas vezes saímos da presença um do outro, batendo a porta ou batendo nos filhos e perdendo o respeito pelas pessoas. Em vez de lidar com o problema, nós culpamos, condenamos e acusamos.
Naturalmente perdoar não é um processo fácil. Nossa mente não consegue abrir caminhos através dos intrincados sentimentos que nos envolvem. Temos a impressão de que o tempo vai se encarregar da situação, e em lugar de procurar a pessoa e tentar resolver o problema, buscamos uma fuga, imaginando que aquilo vai passar. Na verdade, tudo aquilo não passa. A única maneira de limpar o coração, é através de uma palavra mágica chamada “perdão”.
1. PORQUE PRECISAMOS PERDOAR?
Ler S. Mat. 6:12
Muitos na igreja imaginam que seus maus relacionamentos estão perdoados e não estão. Os versos 14 e 15 parecem de imediato uma ameaça, mas não é. As palavras de Jesus são muito claras para nós. “Apenas aqueles que perdoam são perdoados.”
Enquanto não conhecíamos o Evangelho, poderíamos quem sabe, dizer que não sabíamos de nada, que não tínhamos a “luz da Palavra de Deus”, portanto não tínhamos muita responsabilidade a respeito do perdão. Mas no momento que conhecemos a Cristo Jesus, nossa responsabilidade aumentou. A Bíblia nos ensina que “apenas o que perdoa é perdoado”. E essas palavras de Jesus não são opcionais. Elas são parte dos mandamentos de Deus para nós. Se isso fosse uma opção, Jesus teria dito, “bem, se você conseguir perdoar, você será perdoado...” Não, Ele conhecedor do nosso coração, não nos deixou com essa opção.
O ressentimento é pior do que as drogas vendidas nas ruas, porque aquela parte do coração que está envolvida com a raiva, não pode amar. O Espírito Santo não pode ocupar um lugar, que está sendo ocupado pela raiva e ódio. O ressentimento vai tomando conta do nosso corpo por inteiro. Ele muda nosso olhar, muda nossa voz, muda nossos sentimentos, muda nosso semblante. É como se um veneno estivesse correndo pelas nossas veias, transformando nosso ser por completo.
Leia S. Lucas 22: 47
Jesus está em pé diante daquela multidão de punhos fechados, prontos para tudo. Diante de tal situação, Pedro levanta sua espada e corta a orelha do servo do Sumo Sacerdote. Naquela agitação toda, a primeira reação de Pedro foi a de guerra. Pedro deve ter pensado, “Vamos a luta, já que vocês querem luta.”
A reação de Jesus diante do mesmo problema foi outra. Abaixou-se, pegou a orelha do servo e colocou-a de volta, num ato extraordinário de amor milagroso.

2. QUEM DEVEMOS PERDOAR?
Devemos perdoar aquele que estava certo ou o que estava errado? Em outras palavras, quem é que deve dar o primeiro passo na direção do perdão, o que feriu ou aquele que ficou ferido?
Não creio que deva ser nem um, nem outro. Apenas aquele que é cristão consegue dar o primeiro passo. Porque o cristão sente em seu coração a necessidade diante de Deus, de acertar os problemas. Aquele que possui o amor cristão no coração (amor ágape), coloca o erro de lado, e separa o ato da pessoa.
Através desse processo a fé é renovada, e compreendemos melhor o grande sacrifício que Jesus fez na cruz por nós. Somente aquele que perdoa é capaz de entender o que Jesus fez na cruz.
3. QUEM DEVEMOS PERDOAR?
Creio que devemos perdoar aqueles que se recusam a perdoar. Não podemos nos enganar. Se temos uma família, temos que lidar com problemas todos dos dias, mas sabemos que o amor também está presente, porque do contrário não me importaria com o que acontecesse com eles. O perdão é a principal, senão a única saída para nós.
Um dia uma senhora me telefonou chorando bastante, e contando o grande problema que estava passando em casa, porque o esposo havia batido muito na filha de quinze anos. Quando cheguei na sua casa, percebi o ambiente pesado em que se encontravam. Conversei com ela um pouco na sala, em seguida pedi que se acalmasse, efui até o quarto, onde se encontrava a filha. Entrei e percebi aquela moça toda marcada com as batidas cruéis do pai. Depois de algum tempo conversando com ela, disse-lhe, “você está disposta a perdoar o seu pai?”, ela disse para minha surpresa, “sim, eu estou ”.
Com aquela resposta, fui até a cozinha e assentei-me ao lado do pai, que segurava a cabeça com ambas as mãos. Não conseguia ver o seu rosto, mas podia perceber a raiva que percorria todo o seu corpo. Coloquei minha mão nas suas costas e disse-lhe, “olha, eu não acho que precisamos entrar em detalhes, desejo fazer apenas uma pergunta, “o irmão está disposto a perdoar sua filha?”
Ele ficou em silêncio. Eu insisti na pergunta, e desta vez acrescentei, “olha se o senhor não perdoá-la hoje, amanhã será muito mais difícil. O que é que o sr. acha?” Ele virou-se para mim, e ainda com muita raiva, disse, “se eu a perdoar, ela vai achar que está certa – e precisamos ficar firmes por aquilo que é correto.”
Veja como Satanás trabalha. Ela tenta transformar o mau em virtude. E pior ainda, compramos suas idéias e suas armas, e as usamos contra tudo e todos na igreja. Quem é que disse que vai conseguir piorar alguma coisa se eu perdoar? Satanás fala ao nosso coração, exatamente como falou aos pensamentos desse senhor: “Não perdoa não. Se você perdoar, você vai passar por bobo. Ela tem mais é que aprender mesmo.”
Esta é uma das maiores armas do inimigo – transformar o lixo em virtude.
Com muita dificuldade e depois de um longo tempo, quando ele compreendeu que quem tem que ser vitorioso é o amor. Que se não perdoarmos não seremos perdoados. Que se somos cristãos temos que dar o primeiro passo, esteja a pessoa errada ou não. Com muito custo, ele atendeu o pedido e fomos até o quarto da filha. A mãe foi também, deu um abraço na filha e choraram bastante. Depois que a mãe falou algumas palavras para a filha, seria a vez do pai. A filha abraçou-o e pediu perdão ainda com os olhos inchados de tanto chorar. Ele nem sequer levantou os braços para completar o abraço. Disse apenas: “o que eu tenho pra falar pra você, a sua mãe já disse...”
Que pena! Que pena que perdemos tantas oportunidades de viver um paraíso em nosso lar, devido a raiva instalada no coração.
4. COMO PODEMOS PERDOAR?
Há um aspecto do perdão que exige ainda mais de nós. É um processo que resulta do perdão, mas que vai além dele – chamado esquecimento. Se você perdoou, mas não esqueceu, você não perdoou. Quando guardamos as lembranças da dor, do ressentimento de que fomos traídos, maltratados, etc., o perdão verdadeiro não aconteceu.
Tememos esquecer, porque acreditamos que isso implica em apagar o erro, e a pessoa que o cometeu fique justificada. Perdoar é ficar livre, esquecer o passado e retomar o curso da vida!
Em S. Lucas 23, Jesus recusou-se a julgar, disse apenas “Pai perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.”
Jesus foi o modelo do perdão. Ele perdoou as prostitutas, os malfeitores, os próprios discípulos que o traíram, e no último instante, até aqueles que o condenavam à morte.
Querido amigo, se Jesus foi capaz de perdoar a tantos homens e mulheres que não mereciam o perdão, ele está disposto a perdoar você também. Ele não apenas perdoa, mas esquece completamente tudo o que você fez de errado na vida. E como complemento do seu perdão e aceitação, promete viver eternamente com você no céu.
Sugestão: Se você tem algo contra alguém da sua família, ou contra alguma outra pessoa, não deixe passar essa noite. Quando chegar em casa, busque o seu quarto. Ajoelhe-se, peça perdão a Deus pelo ato cometido e coragem para acertar o relacionamento quebrado. Depois, busque a pessoa que você teve alguma diferença imediatamente, e diga apenas, “perdoa-me pelo que aconteceu entre nós. Gostaria de ser seu amigo(a) outra vez.”
Este pode ser o início da salvação entre vocês dois. Nosso Pai celestial deseja muito perdoar você, mas Ele apenas o fará quando você perdoar seu esposo(a), filho(a), ou alguma outra pessoa.
O verdadeiro perdão é o ato de mais alto valor no comportamento humano.
“Apenas aquele que perdoa, será perdoado pelo Pai que está nos céus.” Mat.6:15

Seres espaciais invadem a Terra


SERES ESPACIAIS INVADEM  A TERRA


 INTRODUÇÃO





No início da Segunda Guerra Mundial, a Ilha de Guam foi atacada pelos japoneses. Alguns soldados americanos trataram de esconder-se em cavernas, nas selvas daquela pequena ilha, cuja área era de aproximadamente 30 Km quadrados.



Todos foram finalmente capturados, com exceção de apenas um jovem americano. Depois que cessaram as hostilidades, este jovem, chamado Sneed, escreveu um livro, ao qual deu o título “Robson Crusoé, Marinha dos Estados Unidos”, onde relatou a sua fantástica experiência, como passou vários meses escondido, vagando pela ilha, tentando escapar dos japoneses.



Seu último ano ali foi passado em uma pequena caverna, próxima a uma elevação, donde podia avistar o Oceano Pacífico. Ele contou como todos os dias, sem faltar um, praticava os sinais do código da Marinha, utilizando um pedacinho de espelho quebrado que conseguira salvar. Seus olhos constantemente vasculhavam a extensa área do mar, em busca de um barco americano que pudesse tirá-lo daquela ilha.



Passaram-se os meses. Um dia, estando na parte alta da colina, ele viu à distância, um barco que levava a bandeira americana e que se aproximava da ilha. Que emoção sentiu naquele momento! Rapidamente tomou seu pedaço de espelho e começou a fazer sinais que representavam palavras, explicando que era o único americano sobrevivente na ilha e pedindo que o tirassem dali antes de iniciarem o seu ataque.



Ele sabia que após o ataque não sobraria muito da ilha. Os americanos a bordo estavam um tanto incrédulos, mas resolveram enviar um barquinho. Usando seus binóculos de longo alcance, observaram quando Sneed correu até a praia. O barco o resgatou antes do início do ataque.



I -      RESGATE  I





Nós os filhos de Deus estamos passando por experiência semelhante, estamos refugiados em território ocupado pelo inimigo. Mas virá o dia da grande invasão. O líder Jesus Cristo em breve aparecerá, seres espaciais invadirão este planeta para resgatar o fiel povo de Deus.



O mundo passa por momentos difíceis, e dias duros virão pela frente. A terra hoje é um lugar perigoso em muitos aspectos. Mas antes que Deus comece a preparar a Sua invasão nesta terra, Ele prepara um lugar especial para todos nós.



São João  14: 1-3.  -  Que linda promessa, é Deus dizendo: Não fiquem com os vossos corações tristes, chorosos, não se apavorem com o que está acontecendo no mundo, Eu estou preparando um lugar especial para todos vocês, vocês são os meus filhos, Eu os amo muito, e quero tê-los para sempre ao meu lado.



Uma prova disto diz Cristo: É Enoque, Moisés, estes já estão comigo, ele são o símbolo da multidão que se unirá  a eles quando Eu for buscá-los.



II -       RESGATE II



São Mateus 24:31



1.         Jesus vem com seus anjos, com poder e grande glória, e vai levar-nos para a Sua casa. Jesus volta para resgatar-nos desta terra corrupta, difícil.



2.         Jesus vai transformar-nos! Ressuscitaremos e num abrir e fechar de olhos seremos transformados.



3.         Jesus vai tirar a pedra, assim como mandou tirar a pedra para Lázaro ressuscitar, Jesus vai tirar a pedra do pecado, da dor, da morte. Satanás não vai mais Ter influência sobre a nossa vida com seus enganos e tentações.



4.         Receberemos um novo corpo.



5.         Jesus virá para julgar. Hoje músicas são feitas para zombar, escarnecer o nome de Deus, filmes são produzidos contrariando os princípios Bíblicos. Ele vem para julgar, mas vem também para conceder eternidade àqueles que hoje lutam por ela.



III -     RESGATE  III





Quando Jesus volta haverá apenas dois grupos de pessoas.



1.         Os justos vivos  e justos mortos.



2.         Os ímpios vivos  e ímpios mortos.



O que vai acontecer com estes dois grupos!  I Tes.  4:16 (ler).



Em um cemitério da Inglaterra há uma velha tumba com uma mensagem muito significativa. Nela está a representação de uma porta, na qual o  escultor colocou uma fechadura. Na fechadura há uma chave, e segurando a chave está a mão de um anjo. A outra mão está levantada para dar sombra a seus olhos, e ele está olhando fixamente para cima. Abaixo desta escultura estão as simples mas profundas palavras:  Até que Ele venha.



A mensagem é clara, quando Jesus voltar os anjos virão à Sua frente e trarão das sepulturas aqueles que dormem, e os que dormem em Cristo ressuscitarão primeiro, e serão levados para os céus com os justos vivos. Em Apocalipse 20:4, lemos que os salvos viverão e reinarão com Cristo durante mil anos.



E os ímpios?     -  Infelizmente nem todos estão preparados para o encontro com Jesus, além disso, nem todos os que viveram e morreram durante os séculos da história deste mundo foram servos do Senhor e nem se prepararam para o Seu reino. Os que estiverem vivos por ocasião da volta de Jesus não suportarão a Sua glória, desmaiarão diante do poder de Deus.



IV -     RESGATE FINAL



Houve silêncio no céu. Por quê? “Quando vier o Filho do homem na Sua majestade e todos os anjos com Ele, então Se assentará no trono da Sua glória.” Mt.25:31.



Silêncio no céu por uma semana, ou sete dias, justamente antes da volta de Jesus, neste período todos os sinais e eventos finais estarão no passado. No momento em que o céu se recolher como um livro, no momento em que o Senhor tiver a Terra em Suas mãos, naquele momento o Filho de Deus apontará nas nuvens dos céus. Será o evento final da História do mundo.



Estamos nós preparados para a volta de Jesus?  Podemos ver que estamos vivendo nos últimos dias da história da Terra? Tudo indica pela cronologia Divina que resta pouco tempo para o retorno de Cristo  -  “Prepara-te para te encontrares com o teu Deus”.



Se Jesus chegasse agora, estaria eu salvo?



Apelo – Hino número 128, do hinário Adventista. -  Faça um apelo em cima da letra deste hino, e peça para alguém cantar. Convide a igreja a fazer uma entrega a Cristo.







 


 

sábado, 14 de abril de 2012

Como melhorar e criar sermões


O QUE É UM SERMÃO




“Trinta minutos capazes de ressuscitar os mortos.” (Bruskins).

É mais do que dizer alguma coisa, é fazer alguma coisa, ao pregador e ao povo.  Se isso não acontecesse a mensagem é um fracasso.

A palavra sermão diz-se que significa IMPULSO.

É mais do que um discurso acerca de Deus, é mais do que o desenvolvimento de um pensamento teológico: é o fluir de uma vida.  Deve ser o apelo do Todo-Poderoso aos filhos e filhas de uma raça perdida.

Os sermões são ferramentas variadas que atendem às necessidades específicas.

O sermão é o pregador em dia.  Deve Ter um objetivo. É a pregação da Palavra de Deus e não as opiniões e tradições dos homens, não fábulas aprazíveis ou histórias sensacionais.  Deve ensinar verdades práticas, o amor e o poder de Jesus Cristo.



O tema maravilhoso: A Segunda Vinda do Filho do Homem.
O tema para qualquer situação e lugar: Jesus.



Dois sentidos bíblicos: Kerigma - anunciar, proclamar (na praça).
                                   Didaké - ensinar, instruir.



Pattison: Verdade que persuade.
Blackwood: Verdade que satisfaz necessidades.
Brooks: A comunicação da verdade por uma personalidade.



O sermão não é para  promover o pregador, mas o assunto da Mensagem de Jesus.





o uso do púlpito




“O púlpito é a glória do pastor”.  Disse alguém.

O púlpito adventista é para anunciar as boas novas da salvação em Jesus, ensinar as verdades das Escrituras e guiar o povo ao cumprimento da missão Evangélica.

O púlpito não é lugar de brincadeira e pilhérias.  Não deve ser usado levianamente ou despreparadamente.  Não é lugar para ofensas e acerto de contas pessoais.  Não deve ser usado para criticar pessoas.  Não é lugar para desabafo de emoções reprimidas de ira, desgosto, rixas e revanches, mas nele pode extravasar o coração rendido a Deus para cativar corações para Deus.  É um lugar de equilíbrio entre sentimento e razão.  Sermões muito sentimentais têm efeito questionável.  Ao ocupá-lo, deve-se estar descansado, nunca desanimado e jamais em pecado.  Antes de subir ao púlpito é propiciada ocasião de colocar a vida em dia com Deus e a seguir ordená-la perante Ele.  Nem sempre um sermão pode agradar, mas deve sempre semear a verdade, compungir o coração ou convencer da verdade.  Quem sobe ao púlpito assume a posição de porta voz do Espírito de Deus.  Cuidar com gírias e expressões pesadas.  O púlpito não é para a defesa própria ou condenação dos outros.  Nele não se deve ser longo para não cansar, não atrasar para não aborrecer e não abreviar demais para não ser insuficiente.  Não debata quando for interpelado no púlpito por um ouvinte, mas disponha-se a tratar do assunto outra hora.  Seja sincero.  Não tenha medo.  Não se envergonhe.  Diga o que Deus o impressionou a dizer.  E “ai de nós se não pregarmos o Evangelho”. (TEXTO PARA DISCUSSÃO_





pontos importantes




O pregador é um homem com a vida em dia.  Tudo nele fala de uma forma positiva ou negativa.  Seu interior e exterior devem ser de um nível mais elevado.  Deve estar asseado, roupas bem cuidadas, passadas, unhas limpas e aparadas, sapatos limpos, cabelos e barba aparados ou cortados, dentes cuidados e limpos.  Bíblias rasgadas e sujas desrecomendam o pregador.  Manuseie a Bíblia com dignidade sem açoitá-la ou esmurrá-la.  Não socar o púlpito.  Não apontar insistentemente o púlpito nem olhar fixamente para um ponto ou pessoa da congregação.  Não olhar para o infinito mas pousar normalmente os olhos acompanhando a reação dos ouvintes.  Não debruçar-se no púlpito descansando sobre ele nem postar-se em repouso sobre uma perna só.  Não gesticular em demasia mas ajustar o movimento dos braços e mãos ao significado do que se diz.  Evitar balançar-se ou andar sem sentido sobre a plataforma.  Não ficar de pés juntos com em posição de sentido nem muito abertos.  Não cruzar as pernas ao sentar nem abri-las demais.  Mulheres devem usar vestidos um pouco mais longos e roupas o mais compostas possível.

VOZ: A voz deve ser ajustada de acordo com a necessidade da congregação no que se refere ao volume.  A expressão da voz deve ser  adequada ao assunto. De acordo com o relato ou intenção do pregador de chamar atenção para algum ponto, ela deve ser: forte, suave, alta, baixa, sentimental, etc.  A modulação é importante para que a congregação não se canse.

TEMAS: Devem ser de acordo com a congregação ajustando-se o assunto às necessidades dos que ouvem.





recursos do pregador


IMAGINAÇÃO: “O pregador sem imaginação é o mesmo que um cantor sem voz, ou um pintor cego, ou um músico completamente surdo.” (S. Bueno).

ILUMINAÇÃO: Criação de idéias, figuras, expressões e aproveitamento das circunstâncias.
Figuras retóricas e de pensamento.
Ilustrações visuais e descritas.





ferramentas


A Bíblia, livros do Espírito de Profecia, Chave e Concordância Bíblica, Dicionários, Comentários Bíblicos, Recursos da Lingüística, Exegese e Hermenêutica.  Meditação.  Oração.  O Poder do Espírito Santo.  Outros.




a autoridade bíblica


1 - Sermão Bíblico Direto.  (textual) e (expositivo).
2 - Sermão Bíblico Indireto. (temático).
3 - Casual
4 - Combinado.




pregação bíblica


I -        1. É um sermão baseado numa passagem bíblica, quer curta, quer longa.
            2. Busca aprender o significado básico, primário da passagem.
            3. Relaciona o significado com o contexto da passagem.
            4.Aprofunda-se para que a infinita, universal verdade brote da passagem.
            5. Organiza essas verdades firmemente em torno de um tema central.
            6. Usa os elementos retóricos de       explanação.
                                                                       argumentação
                                                                       ilustração
                                                                       aplicação para familiarizar o ouvinte com a passagem.
            7. Procura persuadir o ouvinte a obedecer à verdade da passagem.

Isto é o resumo do que Farie D. Whitesell apresenta em seu livro Power in Expository Preaching (Westwod - N. J. Revell- 1963).



A pregação bíblica é a comunicação falada da verdade divina e seu propósito é a perrsuação.





II - A AUTORIDADE DA PREGAÇÃO BÍBLICA

H. C. Brown Jr., em seu livro A Quest for Reformation in Preaching, diz de modo muito enfático que a autoridade de um sermão está no uso da Bíblia.
“Desde que o único documento autêntico para um conteúdo autorizado acerca da revelação pessoal de Deus é a Bíblia, a tarefa do pregador é usar corretamente a Bíblia na preparação e na pregação do sermão.” (p. 35).




III - CLASSIFICAÇÃO DOS SERMÕES À BASE DO USO DA BÍBLIA

H. C. Brown Jr. em seu pequeno livro Sermon Analysis for Pulpit Power (Broadman Press, Nashville, Tennessee - 1971) classifica os sermões em graus ou níveis de Autoridade Bíblica.



1. SERMÃO BÍBLICO DIRETO

Ele diz o mesmo que a passagem.
Exemplos: Motivação Múltipla - Wilber Alexander.
O sermão é sobre a conveniente motivação do discipulado cristão.
Texto usado: II Coríntios 5:14, 15 e 21.
(14) Porque o amor de Cristo nos constrange; porque consideramos que se um morreu por todos, logo todos morreram.
(15) E que Ele morreu por todos, para que aqueles que vivem, doravante não vivam para si mesmos, mas para Aquele que morreu por eles, e ressuscitou.
(21) Porque Ele se fez pecado por nós.  Àquele que não conheceu pecado; para que por Ele pudéssemos ser feitos justiça de Deus.



Dr. Charles  Koller - Disse: “A única pregação de valor do púlpito cristão é a pregação expositiva”.





Sermão expositivo - Definição:
Veja: Bibliografia do Curso P. E.
A Treatise of Homiletics (Kidder).
Homiletics and Pastoral Theology (Shedd).
A Treatise on the Preparation and Delivery of Sermons (Broadus) 1889.






2. SERMÃO BÍBLICO INDIRETO

O pregador parte da idéia central da passagem.
O pregador podeadicionar, suplementar, expandir, reduzir, comparar, contrastar, mas deve estar seguro de que não faz violência à verdade do texto.
Exemplos: A Luz do Mundo.
Este sermão é sobre as maneiras pelas quais um cristão pode apresentar ao mundo o poder do Evangelho.
Texto usado: Mt 5:14-16.
(14) Vós sois a luz do mundo.   Não se pode esconder uma cidade edificada sobre o monte.
(15) Nem se acende uma vela, e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos os que estão dentro da casa.
(16) Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.

Implicações: A luz pode significar uma porção de coisas e o pregador pode desenvolver muitos pensamentos que não estão explicitamente declarados na própria passagem.





Blackwood comenta que os maiores pregadores do mundo têm sido temáticos.  Veja: “A Preparação de Sermões”. por Blackwood.

Harry Emerson Fosdick: Pai do método temático dos tempos modernos.





3 . SERMÃO BÍBLICO CASUAL

Nele o pregador faz uso livre da Bíblia.
Exemplos:       Âncoras da Alma - por James S. Stewart.
                        Primeira âncora: Freqüência à igreja.
                        Segunda âncora: Laços e afeições domésticos.
                        Terceira âncora: A Bíblia.
                        Quarta âncora: Oração.
                       
Agora demos uma olhada no texto original.
Texto usado: Atos 27:29.
“E receosos de que fôssemos atirados contra lugares rochosos, lançaram na popa quatro âncoras, e oravam para que rompesse o dia.”
A conclusão óbvia é que este sermão não tem senão pouca autoridade bíblica.



4. COMBINAÇÃO DE SERMÃO BÍBLICO (ou Sermão Bíblico Combinado)

Em uma combinação usa-se os três tipos acima descritos.



5. SERMÃO BÍBLICO CORROMPIDO

Neste tipo de sermão o pregador abusa da Bíblia por interpretação descuidada, deturpando, pervertendo doutrinas para acomodar crenças denominacionais.
Exemplo:        A Liberdade da Cruz
                        Texto usado: Colossenses 2:14.
“Tendo cancelado o escrito de dívida , que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz.

O pregador diz que a Lei de Deus desapareceu na cruz do Calvário e hoje os crentes estão sob a liberdade da graça.





IV - O PROCEDIMENTO NA PREPARAÇÃO DE UM SERMÃO BÍBLICO

Donald Miller em seu livro The Way to Biblical Preaching (Abingdon Press - New York - 1957) apresenta a sugestão que é sumarizada abaixo.

A - INVESTIGAÇÃO é o primeiro passo (Exegese).

a. Contexto bíblico
b. contexto do livro
c. Contexto imediato - o capítulo ou porção à qual pertence a passagem.
d. O conteúdo da própria passagem.
            · não se dirija a comentários.
            · leia a passagem várias vezes.
            · leia-a em diferentes traduções.



B - INTERPRETAÇÃO é o segundo passo (Hermenêutica).
Você deve responder algumas perguntas:

a. Qual o significado do texto para os leitores originais?
b. O que o autor desejava dizer à sua congregação?
c. Ambiente histórico.



C - APLICAÇÃO é o terceiro passo (Homilética).
O pregador deve responder às perguntas:

a. O que o texto me diz hoje?
b. Que advertência, promessa, ensino, etc, o texto tem para os ouvintes de minha congregação?  Para o nosso mundo presente?



H. C. Brown Jr. no livro Sermon Analysis for Pulpit Power (referência dada antes) adiciona alguns proveitosos comentários sobre o método apresentado por Donald G. Miller:


1 - No estudo bíblico para a preparação do sermão, a primeira tarefa é localizar o texto para a ocasião.  A idéia original e o texto são os mesmos.


CENTELHA MOTIVACIONAL

A idéia do sermão, todavia, pode começar em uma estrutura não bíblica, conforme as necessidades do povo, um planejado programa de pregação, a vida e experiências do pregador, ou lampejo de discernimento ou inspiração.



2 - Após Ter a idéia original e o texto, leia o texto repetidamente em sua tradução bíblica favorita.
Texto e idéia - Não há substituto para o conhecimento exato do que o seu texto diz.
Em seguida, leia seu texto repetidas vezes em um número de outras versões bíblicas.

Várias versões contêm diferentes ênfases.




3 - Pense, medite, e pregue sobre o seu texto.
· Viva com o seu texto até que ele viva com você.
· Sature-se com o texto.





HERMENÊUTICA


4 - Interprete o texto para si mesmo.
Faça isso afirmando por escrito o que você crê ser o significado de cada verso.
Tente também afirmar o significado de seu texto fraseando tal significado em uma curta sentença declarativa.

5 - Finalmente, volte-se para os melhores livros de pesquisa disponíveis.





V - DEZ DIRETRIZES PARA A CONSTRUÇÃO DO ESQUELETO


1.      O Texto Bíblico.
2.      A idéia central do texto.  (Ela está escrita sempre no tempo passado-pretérito).
3.      O tema ou assunto tirado do texto.
4.      A tese.  (É uma afirmação no tempo presente da idéia central do texto).
5.      O propósito.  (O objetivo do texto escriturístico).
6.      Os pontos do corpo do sermão, extraído simultaneamente do título e do texto.
7.      A conclusão.
8.      O apelo.
9.      A introdução.
10.  O título.  (A essência ou total dos quatro primeiros ítens).




UM SERMÃO COMUNICA:
7% Palavras.
38% Maneiras de Pregar.
55%  Expressão da face e movimentos corporais.
(O Ministério, Out / 89).







É FÁCIL FAZER UM SERMÃO!





1. Você precisa estar entusiasmado com a VERDADE.  O entusiasmado é 50% do sermão!



2. Você precisa saber O QUE pregar:

a. Veja a necessidade da congregação.

b. Anote as datas especiais.

c. Observe o calendário homilético (se houver).

d. Registre sua centelha inspirada.



3. Pesquise o texto sozinho:

a. Investigue-o.

b. Interprete-o.

c. Aplique-o.



4. Use as ferramentas do sermão: Dicionários, comentários, etc.



5. Faça as perguntas ao sermão de acordo com o seu assunto e objetivo: Como? Quando? Quem?  Por que? Onde? etc.



6. Tendo o assunto geral e específico defina o seu objetivo geral e específico.



7. Agora, esboce seu sermão estabelecendo os pontos principais ou as teses do sermão (I, II, III, IV, etc).



8. Desenvolva as teses usando ilustrações, conclusões e apelos parciais.



9. Cuide com a seqüência lógica do esboço fazendo ligação entre as partes.



10. Elabore a sua conclusão:

a. Resumo da mensagem.

b. Exemplo testemunho, etc.

c. Apelo - NÃO DEIXAR DE FAZER JAMAIS!



11. Pôr fim, faça sua introdução que objetiva:

a. Estabelecer terreno comum com os ouvintes.

b. Despertar o interesse.

c. Introduzir o assunto de forma aceitável.



12. Revise tudo o que você fez e com o mesmo zelo e espírito de oração que o dirigiu até aqui, apare as arestas, aperfeiçoe as ilustrações, etc.



LEMBRES-SE: Se você achar que não ficou muito artístico, considere que “um sermão não é uma obra de arte para ser contemplada mas um pedaço de pão para ser comido”.  No mínimo faça-o atraente, nutritivo e gostoso.  Alimente as ovelhas.



(Pontos para discussão)

  Pr. Demóstenes

pregação expositiva




PROPÓSITOS GERAIS:

1. Formação de Caracteres

2. Relacionar, Confrontar a Palavra com a Vida Diária.

3. Orientar a Conduta.

4. Promover Informação e Conhecimento.

5. Esclarecer os Deveres do Homem.

6. Promover Instrução Espiritual.



PROPÓSITOS ESPECÍFICOS:

1. Sarar Corações Feridos.

2. Fazer Consciência no Homem da Presença Divina.

3. Desenvolver Consciência Social.

4. Fazer o Homem Consciência da sua Alma.

5. Demonstrar no Homem a sua Necessidade Espiritual.

6. Despertar a Manifestação da Graça Cristã em Todos.

7. Combater o Erro.

8. Explicar as Verdades Bíblicas.

9. Promover Comunhão com o Pai, o Filho e o Espírito Santo.



CONCLUSÃO:

Entendendo a importância da Pregação Expositiva e a função vital da presença  e poder do Espírito Santo na vida e mente do pregador e perante esses sagrados propósitos da Mensagem bíblica, poderemos concluir e sentir quão santa e sublime é a OBRA DO PREGADOR CRISTÃO:

1. Como ele desperta a vontade (Apóstolo).

2. Como ele aprova as consciências (Profeta).

3. Como ele cativa os corações (Evangelista).

4. Como ele cuida das almas (Pastor).

5. Como ele informa às mentes (Professor).



Paulo - Atos 20:24-27.



CARACTERÍSTICAS DE UMA PREGAÇÃO:
1. Unidade: Coordenação de partes de um trabalho artístico.
2. Coerência: Não Ter pontos contraditórios.
3. Proporção: Tempo suficiente para cada parte.
4. Escriturística: Com base na Escritura.
5. Construtiva: Benéfica edificante.
6. Persuasiva: Convincente.
7. Direta:

8. Pessoal:   Que atinja as necessidades pessoais com as quais estamos envolvidos.



PROCESSOS RETÓRICOS NA FORMAÇÃO DE UM SERMÃO:

Narração
Interpretação
Ilustração
Aplicação
Argumentação
Exortação



DEFINIÇÃO:



T. Harwood Pattison - (Verdade que persuade).

Pregação é a comunicação falada da verdade com vistos a persuadir.



H. Ward Beecher - Contrasta o ensino com a pregação e diz: O ensino imparte o conhecimento.  A pregação transforma vidas.



Andrew W. Blackwood - (Verdade que satisfaz necessidades).

Pregação é a verdade divina expressa por uma personalidade escolhida para satisfazer as necessidades humanas.



Phillips Brooks - (Verdade e personalidade).

(Conferência de Ysle)
Pregação é a comunicação da verdade de um homem para os homens.  Dois elementos envolvidos na pregação:  “Verdade e Personalidade”.


A verdade que proclama é a que se vive.  “De um homem para os homens” = Transmissão de uma experiência pessoal.





o ministério do pregador




O PREGADOR É:



I - Um Mordomo: Mensagem e Autoridade.

II - Um Arauto: Proclamação e Apelo.

III - Testemunho: Experiência e Humildade.

IV - Um Pai: Amor e Bondade.

V - Um Servo: Poder e Motivo (razão).



I - Mordomo: Não é um profeta nem um apóstolo: Êx 7; Êx 4; Dt 18; Lc 9:1, 2:10.  Ref. bíblica para Mordomo: 1Co 4:1,2.  No Velho Testamento: Gn 41, 43, 44; Is 22:15. Dn 1:8-16.

Lc 8:3; Mt 20:1,8; Lc 16:1-9.

1Co 9:16,17: Fidelidade do Mordomo.



II - Arauto: Ref. bílbica:

1Co 1:21,23 - keryssomem.

1Tm 2:7; 2Tm 1:11 - keryx-kerysso...

V. T.: Gn 41:43; Et 6; Dn 3.

N. T.: Mc 1:2.



III - Testemunha: Ref. bíblica: At 20:24,31;  2Jo 15:26,27.

Experiência: V. T.: Jr 32; Rt 4; Jr 29 (Deus).  N.T.: Jo 1:32; 3:11-13; Rm 1:9; Fl 1:8.  Ref.: At  26 (Quando Paulo tornou-se testemunha).

Humildade: Jo 1:7,8,15,19,35-42; Jo 3:25-30.



IV - Pai: Mt 23:6-9 (explique).

Ref. bíblica: 1Co 4:14,15.

Características: Mt 11:29; Jo 2:25; 1Co 4:21; 1Co 4:16; Rm 10:1.

V - Servo: Ref. bíblica:

1Co 3:5, Diácono, ministro, servo, servente.

Serviço voluntário: Lc 10:40, Jo 12:2; Mc 15:41.

Cumprindo ordens: Mt 22:13; Jo 2:5,9; Rm 13:4.

Poder: 1Co 1:17; 2:5.

Motivo: 1Co 1:29-31.