ADÃO
I – Sua
origem.
l. Criado do pé da
terra. - Gên. 2:7.
a) É um desafio ao orgulho.
b) O mais poderoso
monarca e o miserável
Lázaro são
UM em
sua origem.
2. Recebeu o sopro Divino.
3. Seu lar e companheira.
a) Extenso jardim
e frutas e pássaros.
b) Anjos eram seus
companheiros e instrutores.
c) O próprio Deus o
visitava. – Prov. 8:27-31.
II – Sua
queda e a da humanidade.
l. Sua felicidade era condicional.
- Gên. 2:16, 17.
a) Adão quebrou a condição,
daí os sofrimentos, misérias, morte, terremotos, tempestades etc.
2. Em Adão toda sua posteridade
corrompeu-se. - Rom. 3:10-18.
3. Em Adão todos
morreram. - Rom. 5:12; 1 Cor. 15 :22.
a) Como de uma semente provém uma floresta,
provém de Adão a humanidade.
III – Adão era
uma figura de Jesus. – Rom. 5:14, ú.p.
l. Adão é o chefe da família
humana; Cristo
é o chefe da família
da graça. = I Cor.
15:22, 45, 47.
2. Adão caiu, e com ele toda a humanidade; Cristo
apresentou-se e morreu, levantando assim
a cabeça da posteridade.
João 3:16.
3. Quem estiver e permanecer na família
do primeiro Adão estará perdido, e quem estiver na família
do segundo Adão será salvo. – Rom. 5:17.
a) Por Adão acabamos no túmulo; por
Jesus olhamos além--túmulo. - I Cor.
15:19-24; Jó 19:25.
4. Em que família querem permanecer?
A escolha deve ser
voluntária e pessoal.
- I Ped. 1:10, 11.
UM ESBOÇO
DA VIDA DE NOÉ
Gên. 6:8-22.
A Bíblia está cheia
de histórias de grandes
homens. Todos
gostam de ler tais
histórias. Uma destas é a de Noé.
Podemos aprender boas lições
de sua vida.
I – O tempo
em que
ele viveu.
1. Era um
tempo corrupto
- v. 5. - O povo não
podia pensar retamente.
Casamento maculado
- v. 2. Havia terror - v. 4, etc. mesmo assim foi
possível a tini homem
viver retamente.
2. Tempo em
que Deus
Se entristeceu por haver
criado o homem.
- v. 6. Imaginai a tristeza de uma mãe ao dar à
luz um filho. Assim Deus.
3. Tempo em que Deus decidiu
destruir toda a carne. - v. 7. Deus é longâmino, mas não se deixa zombar.
II – O caráter de Noé.
1. Ele foi um homem justo -
v. 9. Com toda
a violência ao seu
redor, Noé tratou a seu
próximo retamente.
2. Sua vida foi perfeita. Vivia moralmente num meio imoral. Como o
lírio no pântano.
3. Noé andava com Deus. Eis o
segredo do sucesso na vida de qualquer cristão.
III – A ordem divina a Noé.
1. Construir
uma arca. A parte
que lhe tocou. Trabalho.
2. Pôr a
família na arca. Belo pensamento da religião
do lar.
Noé viveu de
uma tal maneira que pôde ganhar e levai- sua família para Deus. - Heb. 2:13.
3. Os animais deveriam ser levados à arca.
Uns, para serem usados no sacrifício.
Em qualquer
circunstância não
devemos nos esquecer
de dar graças
a Deus.
IV – A experiência
do dilúvio e o fim
da vida de Noé.
1. Salvo na arca. Outros
subiram nos montes
e clamaram, mas era
tarde. Jesus é a arca,
refugiemo-nos nEle contra o fogo devorador
do futuro.
2. Salvo após
o dilúvio. Após
o juízo final,
andaremos para sempre
com Jesus. - Apoc. 14:1-5.
3. A morte de Noé. - Gên. 9 :28,29. Se
vivermos cuidadosamente na mocidade, a
velhice nos será bela.
- Gên. 17:1.
A FÉ E ABNEGAÇÃO DE ABRAÃO
Heb. 11:8-19; Luc. 14:33
I
- Abraão demonstrou fé e abnegação obedecendo à voz
do Senhor:
1. Deixou suas terras – bens materiais.
2. Deixou Seus parentes –
suas afeições.
3. Deixou o pecado – a idolatria
de seu povo.
4. Tudo isso fez com prontidão.
- Gên. 12:1-4.
a) O exemplo no sacrifício
de Isaac.
II – Para que Abraão devia assim
fazer?
l. Para ir a uma terra nova. - Heb.
11:8.
2. Para fazer um
grande trabalho
missionário.
3. Para alcançar a verdadeira bênção. - Heb. 11 :10.
a) Alcançou-a
e foi abençoado.
III – As lições
que devemos aprender.
1. Você já
ouviu o chamada de Deus?
Está pronto a obedecer-Lhe?
2. Estará tão apegado às coisas passageiras deste mundo,
que você não pode ver a coroa sobre a
tua cabeça?
a) O conselho de Jesus. - Luc. 14:33.
3. Acha ser
um sacrifício
seguir em obediência a Jesus? E aos Seus
mandamentos?
a) O que diz o Senhor. - Salmo 50:5.
4. Seus parentes
e amigos impedem você
de seguir a Jesus? Mat. 20:37.
5. E você, cristão,
esta terra é sua
habitação eterna?
- Miq. 2:10; Heb. 11:13-16.
a) Você já
consagrou hoje sua
vida a Deus?
Poderá cantar de coração
o hino: "Tudo,
ó Cristo, eu
Te entrego"?
DUAS EXPERIÊNCIAS NA VIDA DE JACÓ
Gên. 28:10-17; 32:22-29
I – Deixando o lar.
1. A saudade imensa.
2. A incerteza do futuro.
3. A visão confortadora. – Vs. 12-17, 15.
4. O seu reconhecimento
- "Deus está neste lugar". - V. 16.
a) Seja esta a experiência para cada um e especialmente
para aqueles que ainda não conhecem a Deus.
II – No meio
das lutas. - Gên. 32:29.
1. Como Deus se
revelou e abençoou a Jacó?
a) Após grande aflição.
b) Após intensa comunhão com Deus - oração.
c) Após confissão humilde.
2. Qual foi o lugar
da bênção?
"Ali" – lugar
de comunhão.
3. Aqui estamos, prestes
a iniciar as lutas
e aflições.
4. Poderá ser este um lugar de bênção? Sim, se
estamos prontos a:
a)
Consagrar-nos a Ele.
b)
Humilhar-nos e confessar nossas faltas.
c) Executar a vontade de
Deus. - Deut. 4:29.
ESAÚ E JACÓ
À primeira vista,
Esaú é mais atrativo
do que Jacó – é mais
homem, mais
generoso e franco
que seu
irmão gêmeo.
Está escrito: "Amei a Jacó e
aborreci a Esaú", e a razão desta declaração do Senhor está
contida na história de Esaú.
1. Menosprezou a Sua
primogenitura. - Gên. 25:30-34.
Esse privilégio
implicava o sacerdócio da família - Êx. 4:22; 19:6, etc., a comunhão
com Deus.
Porém as coisas
espirituais não
tinham atrativos para
Esaú.
2. Vendeu sua
primogenitura. - V. 31. Deu mais valor a um prato de lentilhas
que ao seu
direito de primogênito.
Da família de Abraão viria ao mundo o Messias e esta
possibilidade ele vendeu, como séculos depois Judas
vendeu Seu Mestre
por trinta moedas
de prata. Cristo
não era
uma atração para
Esaú.
3. Perdeu a Bênção.
- Gên. 27:30. É certo que Jacó enganou para obter a bênção de Isaac e mais tarde
colheu o fruto amargo
de ser enganado por
seus filhos.
Ele sabia apreciar
a bênção do pai
e seu justo
valor com
todas as vantagens espirituais
que ela
envolvia. Esaú pensa no presente,
e Jacó, no futuro.
4. Não achou lugar
de arrependimento. - Heb. 12:16-17. Feita a escolha, não pôde recuperar o
perdido. Não pôde fazer
Isaac mudar de parecer e
conceder-lhe a bênção que
havia Perdido por sua
insensatez. "O choro
e ranger de dentes"
foi a sua porção.
A EXPERIÊNCIA DE ELIAS
I Reis 19:1-12
I – A experiência.
1. Essa experiência velo-lhe depois
de certos casos.
2. O que Deus lhe perguntou e disse?
a) "O que fazes aqui,
Elias?"
(1) A condição de uma caverna. Elias, ali
com os ratos,
morcegos, corujas
etc., nada podia fazer.
Ele era
um pescador
de homens e não
de morcegos.
b) "Sai da caverna."
(1) Ele não
podia continuar ali.
(2) Tinha de ganhar
uma nova experiência
– subir ao monte.
- V. 11.
3. O que ouviu quando
estava no monte? – Vs. 11, 12.
II – Estamos na caverna
– as aflições do mundo.
1. Deus ordena que
saiamos da caverna.
2. O povo de Deus não pode ficar na caverna.
3. Deus quer que subamos à montanha
para termos melhor visão.
a) Uma montanha é diferente
de uma caverna.
b) Temos melhor visão quanto mais alto subirmos.
c) Respiramos
melhores ares.
d) Subir uma montanha
requer algum esforço.
4. Subamos ao monte!
III – Algumas experiências
do monte.
1. Abraão ganhou uma experiência
quando estava no monte
sacrificando seu filho
Isaac.
2. Moisés no monte viu a Canaã.
- Deut. 34:1.
a) Quando subirmos ao monte, Deus nos mostrará a nova
Jerusalém.
3. Jesus. -
Mat. 14:23; Mar. G:46; Luc. 6:12.
4. Jesus no monte. - Mat. 17:1,2, 4. Transfigurou-Se.
a) É bom estar no monte. - Mat. 17:4; Apoc. 14:1.
IV – Vocês
desejam estar nesse monte?
1. Procurando Deus em oração teremos melhor
visão.
2. A oração é o meio
que nos
comunica com Deus.
3. O que é oração.
a) É o abrir o coração a Deus, como a um amigo.
b) É a chave nas mãos
da fé para abrir os celeiros celestiais.
JESUS E JOSÉ
I – Semelhança.
1. Ambos eram filhos
bem-amados.
2. Ambos foram enviados
para socorrer os irmãos.
3. Ambos foram invejados, traídos, odiados e vendidos.
4. Ambos perdoaram e oraram. "Eles
não sabem o que
fazem."
5. Ambos foram presos
e perseguidos e padeceram.
6. Ambos trouxeram grandes
bênçãos para
a raça.
II – Diferença.
1. Jesus era santo e imaculado. .
2. Jesus deu livremente a Sua
vida como
sacrifício.
a) Por este sacrifício trouxe salvação espiritual
a todos homens.
3. Jesus
estabeleceu um reino
espiritual.
A RAINHA ESTER
Est. 5:1-14; Mat. 11:28
I – A redação
da história.
1. A exaltação de Ester.
2. A vigilância de Mardoqueu.
3. A exaltação de Hamã.
a) Cria ódio por Mardoqueu.
b) Consegue um decreto para matar os judeus.
4. A petição da rainha
Ester.
a) O perigo que
corria.
b) Preparou o
povo que
se entregou à oração e ao jejum.
c) Consegue a
primeira entrevista
com o rei.
O convite.
(1) O rei perde o sono
- a leitura das crônicas.
(2) A exaltação de Mardoqueu.
d) No segundo banquete,
Ester denuncia Hamã.
(1) A morte de Hamã e a exaltação
de Mardoqueu.
II – Jesus – o grande
Rei e o homem
condenado à morte.
1. O estado do pecador
e o perigo. - Rom. 3:23; 6:23.
2. O único meio de escape. - Heb. 2:3.
a) O caminho ao trono
é franco. - Heb. 4:14-16.
3. O pecador é convidado.
- Mat. 11:28.
4. Quem chegar-se a Jesus não
será rejeitado. - Jo. 6:37.
Como você escapará? - Heb.
2:3; Apoc. 12:17; Isa. 51-7-8, 12-14; Dan. 12:1.
JOÃO BATISTA
Mat. 11:1-11
Gostamos de pensar sobre os grandes homens.
Quando pensamos nos
grandes homens
do mundo, João sobressai a todos.
Jesus o disse:
Mat. 11:11.
I – Seu
nascimento.
1. Anunciado por um anjo de Deus. -
Luc, 1:13.
a) A dúvida e o castigo
de Zacarias. - vs. 18-20, 22.
b) O hino de louvor
de Zacarias. - vs. 59-79.
2. Seu nascimento foi miraculoso.
a) O poder de Deus é maior do que o
da natureza.
Ele a fez e pode deixá-la de um
lado para um propósito que lhe agrade.
3. Ele nasceu para um fim determinado. - Luc. 1:17.
a) Deus tem um plano para cada vida. -
Ester 4 :14.
II – Sua
preparação.
1. Educado por seus pais.
a) Era uma dádiva divina, por isso foi educado para Deus.
Ex.: Samuel, Moisés, Timóteo etc.
b) Devemos educar nossos filhos para o santo serviço
do Senhor.
2. Comunhão com Deus.
a) Seus dias foram
passados nos
campos, só
com Deus.
Os 40 dias de Jesus.
b) Necessitamos abandonar o barulho das cidades
e procurar no sossego a
comunhão com
Deus.
3. Ensinado pelo Espírito Santo. - Jo. 14:26.
4. Sua simplicidade.
– Mar. 1:6.
a) Era o costume
dos profetas. - II Reis
1:8.
b) Gafanhotos - eram abundantes
no Oriente e são
alimento lícito.
- Lev. 11:22.
c) João vivia uma vida rude, não obstante tornou-se um
grande homem
para Deus.
III – Seu
ministério.
1. Advogou grandes doutrinas
fundamentais do Evangelho.
a) Arrependimento. – "Arrependei-vos..."
b) Fé. – "Preparar o caminho para a vinda do Senhor."
c) Batismo. – O primeiro a batizar.
d) Divindade de Cristo –
"Eis o Cordeiro
de Deus."
e) Expiação. – "Que
tira o pecado
do mundo."
2. Ele foi um pregador destemido.
- Luc. 3:7-10.
a) Sua reprovação a Herodes.
3. Foi um pregador eficiente. - Mar.
1:5.
a) A verdadeira prova da evidência de uma pessoa que prega ou fala do Evangelho está nas almas
trazidas a Jesus e não na eloqüência.
4. Ele apontava para a vinda de Jesus. - Jo, 1:26.
a) Esta deve ser a tarefa de cada ministro e membro
da igreja.
b) Devemos pôr Cristo na frente. - II Cor.
4:5.
c) Muitas almas ainda hoje
clamam: "Queremos ver a
Jesus."
5. Seu ministério
foi todo de resignação e humildade. - Mar.
1:7; João 3 :30.
IV – Sua
morte.
1. Aprisionado por Herodes. - Mat. 14:3.
2. Degolado para satisfazer
a Herodias. - Mar. 6:25. - Por ter dito a verdade.
3. Descansou
das lutas, mas
suas obras
seguem-no. - Apoc. 14:13.
4. Faz parte da galeria
nobre dos mártires.
- Heb. 11.
5. Aguarda a recompensa final. -
Heb. 11:36-40.
Tomemos o lugar no serviço
do Senhor, como
fez João, e seremos recompensados.
A MENSAGEM DE JOÃO BATISTA
João 1:29
Lugares e tempos
tornam-se memoráveis quando se acham ligados com
Jesus. No caso perante
nós, o pregador
foi um homem
notável, e o seu
tema, mais
notável ainda.
João pregava sobre Jesus.
I – O verdadeiro mensageiro.
1. Ele vê
Jesus por si
mesmo. João não
conhecia a Jesus, mas o Espírito Santo
O revelara - v. 33.
a) O
verdadeiro arauto de Jesus deve ser
igual a Jesus Cristo.
(1) Deve olhar pela aparição do Senhor.
(2) Deve
regozijar-se em pregar
Jesus, a quem ele
não viu
mas espera ver.
(3) Deve pregar como veio e como
virá.
2. Deve chamar a atenção
dos homens a Jesus: "Eis aqui o Cordeiro de Deus."
a) Deve fazer isso
clara e fielmente.
b) Deve fazer continuadamente. Deve ser a sua mensagem. João mesmo
pregou ainda este
sermão "no dia
seguinte" V. 35, 36.
3. Deve conduzir seus
próprios seguidores
a Jesus.
a) João tinha humildade suficiente
para aconselhar seus discípulos
a deixarem-no e a seguirem a Jesus.
b) Deve pôr Cristo na frente. - II Cor.
4:5.
4. João
escondera-se em Cristo.
a) Ele viu essa necessidade. - João 3:30.
b) Reconhecia ser unicamente um convidado do
noivo. João 3:29.
Assim não fazem
os pregadores de hoje,
pois põem as suas
teologias e filosofias
em primeiro lugar.
II – A verdadeira mensagem.
A mensagem de João foi breve
mas enfática.
1. Ele declarou, mostrou Jesus como
mandado de Deus.
2. Mostrou Jesus como real e divino sacrifício para o pecado: "O Cordeiro de
Deus".
a) Declarou que Jesus era o único que podia tirar o pecado do mundo.
Isso é contrário
ao romanismo. - João 1:7, 9.
3. Exortou o povo a olhar para
Jesus.
a) Assim deve ser feito hoje dos púlpitos.
b) Jesus deve
ser apresentado como
o sol vivificador.
c) Olhar a Jesus, não
aos ministros ou
irmãos.
III – A verdadeira recepção
da mensagem.
A conduta dos discípulos
de João leva-nos à seguinte conclusão:
1. A crer em Jesus como o único que remove o pecado.
2. A seguir a Jesus - v. 37.
3. A seguir a Jesus embora
sejamos poucos.
4. A morar com Jesus - v.
39.
5. A sair a contar a outrem de Jesus - vs. 40, 41.
BREVE ESTUDO SOBRE O CARÁTER DO APÓSTOLO
PEDRO
Pedro parece mais humano a nós do que qualquer outro caráter bíblico. Um
dia ele
estava no topo da montanha,
para no outro
estar no vale. Um dia era fiel, para no outro estar caindo.
Pedro foi justamente o que
todos nós
somos. Andamos pela mesma
estrada pela
qual ele
andou, mas se formos fiéis, Deus nos
conduzirá salvos ao lar,
assim como
foi com Pedro.
I – A conversão
de Pedro. – Jo. 1:41,42.
1. André foi o agente humano –
procurou-o.
a)
"Achamos" a pérola, o tesouro precioso.
b)
"Levou-o a Jesus" – verdadeiro amor
pelos seus.
2. O que disse Jesus – Simão (obediente),
Jonas (pomba).
a) Deve ser a característica
dos seguidores de Jesus.
b) Cephas (pedra), seu temperamento
ríspido e fidelidade
a Jesus.
c) É uma honra ter
um novo nome. - Apoc. 2:17; Isa. 62:2.
3. Devemos, como André, trabalhar para trazer
almas aos pés
de Jesus.
a) André não sabia que Pedro algum
dia seria um
grande pregador.
b) Quando trazemos uma alma para Jesus, não sabemos os planos
de Deus para ela.
II – A chamada
de Pedro para o serviço.
- Mat. 4:18-22.
1. Sendo
chamado, logo atendeu – prontidão.
a) Muitos hesitam, como
fez Moisés.
b) Alguns apresentam desculpas.
- Luc. 14:15-20.
2. Cristianismo implica deixar
alguma coisa.
a) Exemplo de Bartimeu, o cego.
- Mar. 10:46-52.
III – O contato
diário de Pedro com
Jesus.
1. Por três
anos e meio,
teve o glorioso privilégio
de andar ao lado
de Jesus.
2. Conheceu de perto a majestade
de Jesus. - II Ped. 1:15.
a) Andando sobre as ondas.
b) No monte da transfiguração.
c) Confessando-O:
"Tu és o Cristo!"
d) Vendo, em parte, Sua luta no Getsêmani.
3. O cristão que entra em contato diário com Jesus por intermédio de Sua
Palavra, e oração,
pode testificar do poder
de Jesus na sua vida.
BREVE ESTUDO SOBRE O
CARATER DO APÓSTOLO PEDRO
I – A queda de
Pedro. - Luc. 22:52-54.
1. Ele havia votado morrer antes que negar a Jesus – confiança própria.
a) Estamos sujeitos a cair também. - I Cor.
10:12.
2. Na sombra da cruz Pedro não
pôde guardar sua
promessa feita um pouco antes.
a) Nós fazemos votos ao seguirmos a Jesus, mas
na hora escura
das provações, às vezes
somos-lhes infiéis.
b) Devemos confiar em Jesus. -
Sal. 23:4.
3. Quatro coisas
fizeram Pedro negar a Jesus:
a) Confiança própria.
b) Falta de oração.
c) Seguia a
Jesus de longe – temor
humano.
d) Estava em terreno impróprio.
4. Com o olhar de Jesus, Pedro
reconhece a falta.
II – Pedro com
Jesus depois da ressurreição.
1. Imaginai a tristeza e a vergonha de Pedro depois
de haver negado a Jesus.
a) Apesar de tudo isso ele amava a Jesus; após a ressurreição foi o primeiro
a entrar no sepulcro. -
Jo. 20:1-6.
2. A mensagem especial
de Jesus. - Mar. 16:5, 7.
a) Jesus não queria que Pedro viesse a pensar que o Mestre não fizesse mais
caso dele.
b) Era um
toque de amor
ao coração desconfiado.
3. A afirmação
do arrependimento de Pedro. - Jo.
21:15-17.
a) Três vezes
havia negado o Mestre, e três vezes
Jesus lhe pediu a certeza
de seu amor,
lealdade e arrependimento.
III – Os últimos
acontecimentos na vida
de Pedro.
1. Pentecostes - Pregou a milhares.
- At. 2 e 3.
a) Perdeu o temor humano. -
At. 4:19, 5 :29.
2. Seu zelo missionário - Suas
viagens.
a) Seu encontro com Cornélio. - At. 10.
3. Sua morte. - Jo. 21:18, 19.
- A tradição.
a) Com o auxílio
do alto, Pedro venceu os obstáculos da vida
e tornou-se um grande
homem e um
vaso escolhido. Assim
seja conosco! - II Cor.
12:7-10.
b) Jesus mandou Pedro e pôs sobre
ele uma cruz
que lhe
será trocada por
uma coroa. - I Ped. 5:4.
OS PASSOS NA QUEDA DE PEDRO
Luc. 22:54-62; Núm. 32:23
Há em cada vida tempestade.
I – As causas
de sua queda.
1. Confiança própria. -
vs. 32, 33.
a) Isso é um grande perigo.
- I Cor. 10:12.
b) Devemos sempre temer. - Prov.
28:14.
2. Falta de oração.
- Mat. 26:36-41.
a) Devemos vigiar e orar. - I Tess. 5:17; I
Ped. 5:8, 9.
b) A oração é a chave
nas mãos da fé.
3. Seguia a
Jesus de longe. - v. 54.
a) João
seguia a Jesus de perto. - Jo. 18:15,
16.
b) Também é um grande perigo.
(1) Satanás pode mais facilmente
derrotar uma só
alma do que
muitas.
(2) Seguindo a Jesus, sigamo-Lo bem de perto, olhando só
a Ele - Heb. 12:1, 2.
4. Estava em terreno impróprio. - V. 55.
a) Um cristão
não pode tomar
parte com
os ímpios. - Sal.
1:1, 2.
b) Não deve ir às suas diversões.
c) Um pequeno
pecado leva-nos a cometer
outros maiores.
Exemplo de Pedro.
d) Devemos confessar a Jesus onde quer que estivermos.
II – A causa do seu arrependimento.
- Vs. 61, 62.
1. O olhar de Jesus.
a) Este foi como um relâmpago no meio das trevas.
b) Fora uma esperança,
graça e consolação.
2. Pedro
sentira a conseqüência de seu pecado. -
Núm. 32:23.
3. Chorou, prova de seu arrependimento sincero.
a) Como morreu Pedro.
4. Se conhecermos a nossa falta, choraremos, arrependidos porque
"bem-aventurados os que choram".
5. Sejamos leais a Jesus sempre e em
todas as coisas olhando a Ele e resistamos ao diabo e
ele fugirá de nós.
A SÚPLICA DE BARTIMEU,
O CEGO
Mar. 10:46-52
I – Quem
era ele?
1. Um cego do corpo, mas não da alma.
a) Via coisas
que nem
Anás, nem Caifás, nem
os escribas e fariseus
chegaram a ver.
b) Via pela
fé a Jesus como
o verdadeiro Salvador prometido. - Isa. 35:3-6.
c) Pela fé
vira os assombrosos
milagres de Jesus.
d) Era uma fé infantil, mas robusta. -
Jo. 20:29.
II – Onde
estava ele?
1. No posto de seu dever.
2. No lugar da oportunidade.
3. No lugar em que Jesus passou e pela
última vez.
a) Jesus ainda passa entre os homens pelas admoestações dos amigos, pelas exortações do pregador, pela doença e pela morte.
b) Devemos nos assentar
no lugar onde
Jesus passa, onde
se lê a Sua
Palavra e se reúne Seu
povo.
c) Quem profana
o Dia do Senhor,
descuida-se da leitura da Palavra e recusa orar, não se assenta junto ao caminho
onde Jesus passa.
III – O que
queria ele?
1. Que Jesus lhe
abrisse os olhos do corpo.
2. As dificuldades que
teve de enfrentar.
a) Uns admoestavam-no a que não molestasse a Jesus.
b) Outros mandavam-no
calar-se.
(1) Estes não
sabiam quão grande
era a miséria
de ser cego;
ele o sabia.
(2) As belezas naturais eram-lhe desconhecidas.
3. Todos os que desejam ser
salvos devem notar
bem a conduta
de Bartimeu.
a) Como ele,
não devemos nos
importar com
o que os outros
pensem e digam de nós, nem com os escárnios e zombarias.
- João 15:18-20.
b) Outros dirão: "É muito cedo";
ou "Não
abandones a religião dos teus pais"
; mas em
tais ocasiões
devemos clamar como
Bartimeu. - Sal, 119:18.
4. O conforto de Jesus. - V. 49.
a) Grandes problemas ocupavam-lhe o espírito
– ia a Jerusalém para morrer;
no entanto, interrompeu a sua viagem para prodigalizar conforto a um
sofredor.
b) Se no mundo não encontramos conforto e paz, o mesmo
Jesus, que passa,
nos diz: "Tende bom ânimo",
"Vinde a Mim" e "Quem vem a Mim não o lançarei fora".
5. Jesus o cura. - Vs. 51, 52.
a) Aquela mesma mão ainda está pronta a se estender para curar nossa
cegueira espiritual.
IV – O que
fez ele?
1. Antes de chegar a Jesus
deixou tudo. - V. 50.
a) Assim foi o filho pródigo.
b) Assim foi com os primeiros
discípulos.
c) Hoje ainda
devemos deixar tudo
que nos
impeça aproximar-nos de Cristo.
2. Chegando-se
a Jesus, seguiu-O. - V. 52.
a) Aquele que
recebe tal graça
de Jesus deve acompanhá-lO aonde quer que Ele queira conduzi-lo.
b) O mesmo que lhe deu a vista não o
enganará; estará com ele "até o
fim do mundo".
c) Assim fazendo mostramos nossa gratidão.
- Mar. 5-18-20.
3. Supliquemos do íntimo de nossa alma: - Senhor, abre os meus olhos!
O PUBLICANO DE JERICÓ ACHADO
Luc. 19:9
I – Obstáculos.
1. Dificuldade popular
– um publicano.
2. Dificuldade moral
– um pecador.
3. Dificuldade de negócio
– rico.
II – Auxílios.
1. Ele possuía um desejo de ver a
Jesus.
2. Ele fez um esforço para ver a Jesus.
3. Ele estava desejoso de obedecer
a Jesus.
III – Resultados.
1. Uma grande confissão.
2. Uma grande restituição.
3. Uma grande verdade proclamada.
- v. 10.
QUEM ERAM OS FARISEUS
Mat. 23
Cristo arrancou-lhes a máscara
da hipocrisia e revelou-os aos Seus discípulos
na hediondez e baixeza
do seu caráter.
Jesus apresenta os sinais com que são identificados em
todos os tempos.
"Não julgueis segundo
as aparências".
1. Preeminência.
a) Usurparam posição privilegiada (v. 7).
b) "Amam
os primeiros lugares"
(v. 6).
2. Incoerentes.
a) Pregam o bem e não o praticam
(v. 3);
b) Praticam o
mal e o negam;
c) Palavras sem atos; atos sem palavras
(Prov. 19:5).
3. Vaidosos.
a) Fazem o bem para serem vistos pelos homens;
b) Buscam louvores e aplausos
(v. 7).
4. Comodistas.
a) v. 4;
b) Mandatários.
5. Desumanos.
a) v. 14;
b) Isa. 10:1;
Jo. 10:10.
6. Cegos.
a) v. 19;
b) Cegos para
engolir camelos;
de visão para
coar mosquitos!
Só enxergam quando
querem ou quando
lhes convém! . . .
7. Injustos.
a) Fazem uma coisa e omitem outra
(v. 19);
b) Soltam
Barrabás e crucificam Cristo!
c) Rom. 1:18.
8. Hipócritas.
a) O exterior não corresponde ao interior
(v. 23);
b) Sepulcros caiados (v. 27;
II Tim. 3:5).
9. Orgulhosos.
a) Pretendem ser Rabis (mestres),
doutores da lei,
consultores jurídicos
religiosos;
b) Vazios de bom senso e amor cristão
(v. 12).
10. Egoístas.
a) Pensam mais em si mesmos que nos outros;
b) Tratam mais de suas comodidades
que das do próximo
(Ez. 34:2-11).