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sábado, 9 de junho de 2012

Deus está perto dos corações que sofrem


Deus está perto dos corações que sofrem


Ainda que eu ande por um vale escuro como a morte, não terei medo de nada. Pois tu, ó SENHOR Deus, estás comigo; tu me proteges e me diriges. Sal. 23:4.
Onde está Deus quando os inocentes sofrem? Como podemos entender os altos e baixos da vida? A Bíblia apresenta um quadro animador sobre Deus, o qual nos dá coragem nos momentos de crise, esperança nos momentos de desespero, e paz nos momentos de tristeza.
O mundo é um campo de batalha entre um ódio intenso e um amor indescritível. Deus  é sábio e nem sempre intervém para impedir os resultados do mal porque ainda não erradicou todo o sofrimento.
Ele valoriza a liberdade, permite que homens e mulheres façam escolhas, mesmo com o risco de errarem. Deus tinha a opção de remover totalmente nossa liberdade de escolha. Mas então nos tornaríamos meros robôs. Ele permite que o mal siga seu curso, mas sempre estará presente em meio ao sofrimento humano.
Ele chora com os que choram e sofre com os que sofrem. Sustenta, fortalece e dá apoio. Anima o quebrantado de coração e abraça o ferido. Salmo 23:4 declara: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque Tu estás comigo.” Salmo 46:1 acrescenta: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações.” Em meio à nossa dor e tristeza, Deus está presente. Além das lágrimas, dos pesares e das tristezas, podemos ouvi-Lo dizendo: Sararei o seu coração quebrantado e pensarei suas feridas. Estou com você em seus momentos de maior necessidade (Sal. 147:3).
Alegre-se! Deus está aqui. Ele não prometeu que Seus filhos jamais sofreriam, mas prometeu estar com eles em qualquer circunstância. Existe algo maior do que a ausência de dor. É a presença de Deus em meio à dor. Aceite a promessa: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século.” Mat. 28:20.
Fonte: Sobre a Rocha de Mark Finley.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Mensagens para as Mães


ORIGEM DO DIA DAS MÃES

O dia das mães, hoje comemorado festivamente em todos os países do mundo
ocidental, é de origem evangélica. Surgiu em maio de 1912, na Cidade Norte
Americana de Filadélfia, em casa de uma jovem evangélica, Ana Maria Jarvis.

A idéia alastrou-se logo, e em 1913, após a indicação do Congresso, o
Presidente Wilson institui a comemoração nacional do dia. Outros governos
fizeram o mesmo. No Brasil, a iniciativa coube à Associação Cristã de Moços,
que fez a primeira comemoração do dia das mães em 13 de maio de 1919, numa
cerimônia presidida pela escritora Júlia Lopes de Almeida. O Governo
Provisório, presidido por Getúlio Vargas, após a revolução de 1930, oficializou
o dia por Decreto assinado em 5 de maio de 1932.

Houve uma tentativa da Igreja católica, no tempo do Cardeal Jaime Câmara, de
mudar a data para outro mês, mas não vingou. E pouco a pouco, a comemoração
foi-se generalizando, indo muito além das paredes das igrejas e instituições
evangélicas.

Ana Maria Jarvis morreu amargurada porque, segundo ela, o comércio havia
deturpado completamente sua idéia original. Também lamentamos certos excessos
de propaganda comercial, mas não há como impedi-los. Em nossas Igrejas,
entretanto, a comemoração pode e deve ser feita com bom senso e bom gosto.

Recordar as mães, exaltar-lhes os méritos, relembrar suas imensas
responsabilidades, é hoje mais necessário do que nunca. Como se pode pensar num
lar sem mãe? O lar deve ser uma fortaleza e a mãe uma guardiã, por excelência,
dessa fortaleza. As mães devem ser estimuladas e sustentadas para que
permaneçam sempre firmes na defesa de seus lares, de suas famílias, de seus
filhos. Particularmente, as mães cristãs, que encontram na Bíblia e na oração,
bem como na Igreja, os aliados fortes de que necessitam, porque lhes seria
muito difícil lutar sozinhas.







ALFABETO PARA AS MÃES


AME seu filho para ser amada por ele.
BENDIGA a Deus por tudo que dele recebeu.
CREIA na sublime missão que Deus lhe confiou.
DISPONHA-SE a ajudar seus filhos com bons conselhos.
EDUQUE não só com palavras, mas com o bom exemplo.
FAÇA com amor o dever de cada dia.
GARANTA, cada vez mais, um Mundo Melhor para seus filhos.
HOJE leia a Bíblia com atenção e esperança.
INSPIRE seus filhos a praticar as virtudes.
JUSTIFIQUE seu casamento, amando ainda mais seu esposo.
LEMBRE-SE de orar e ensinar os filhos a conversar cpm Deus
MANTENHA-SE firme nos ensinamentos de Cristo.
NÃO se iluda com as coisas mundanas.
ÓDIO e inveja, mantenha-os longe de seu coração.
PENSE que amanhã será melhor, se hoje você viver bem.
QUEIRA o bem, sem escolher a quem.
REFLITA... para acertar.
SORRIA diante dos problemas.
TIRE os maus costumes de seus filhos.
USE as mãos maternas, somente para acariciar e não para bater.
VENÇA as dificuldades pela fé e pelo otimismo.
ZELE, com carinho todas estas recomendações e descubra o êxito e a felicidade das grandes MÃES.




AS BEM AVENTURANÇAS DA MÃE CRISTÃ
• Feliz a mãe que se entrega nas mãos de Deus e busca o seu reino em primeiro lugar, certa de que "todas as demais coisas lhes serão acrescentadas".

* Feliz a mãe que ensina os filhos no caminho em que devem andar, para que, "ainda quando forem velhos não se desviem dele".

* Feliz a mãe que pode ser achada como mulher virtuosa, cujo valor excede o de finas jóias.

* Feliz a mães cujas mãos estão dispostas ao trabalho; "atende ao bom andamento de sua casa e não come o pão da preguiça".

* Feliz a mãe cujos filhos "levantam-se e chamam-na bem-aventurada e seu marido a louva, dizendo: muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas".

* Feliz a mãe que, como Ana, educa seu filho para Deus; ela o leva para a casa do Senhor.

* Feliz a mãe cuja a glória não está apenas nos filhos ou no lar, mas na certeza do lar eterno.

Feliz é a mãe que com sabedoria enfrenta todos os problemas que os seus filhos lhe trazem, mostrando que cada um tem solução, se buscada aos pés do Salvador.

Feliz é a mãe cujo coração se abre diante de Jesus, que lava e purifica, com o poder de Seu sangue, tornando-a capaz de administrar seu lar, edificando as pilastras com sabedoria, fé, confiança, compreensão, carinho e acima de tudo, muito amor!


domingo, 6 de maio de 2012

Á VOCÊ MULHER

Á VOCÊ MULHER

Bem aventurada a mulher que cuida do próprio perfil interior e exterior, porque a harmonia da pessoa faz mais bela a convivência humana.

Bem aventurada a mulher que, ao lado do homem, exercita a própria insubstituível responsabilidade na família, na sociedade, na história e no universo inteiro.

Bem aventurada a mulher chamada a transmitir e a guardar a vida de maneira humilde e grande.

Bem aventurada quando nela e ao redor dela, acolhe, faz crescer e protege a vida.

Bem aventurada a mulher que põe a inteligência, a sensibilidade e a cultura a serviço dos seus.

Bem aventurada a mulher que se empenha em promover um mundo mais justo e mais humano.

Bem aventurada a mulher que, em seu caminho, encontra Cristo: escuta-O, acolhe-O, segue-O, como tantas mulheres do evangelho, e se deixa iluminar por Ele na opção de vida.

Bem aventurada a mulher que, dia após dia, com pequenos gestos, com palavras e atenções que nascem do coração, traça sendas de esperança para a humanidade.

15 motivos para ler a Bíblia todos os dias





Nesta semana postei 15 motivos parar orar. Hoje quero deixar com você 15 importantíssimos motivos para ler a Bíblia todos os dias:

1 – Para livrar-se da ansiedade e ter paz (Salmo 119:165)
2 – Para ter direção quando a vida estiver fora de controle (Salmo 19:7-8)
3 – Para ter direção e conhecer a vontade de Deus (Salmo 119:105)
4 – Para experimentar a cura e a libertação (Salmo 107:20)
5 – Para crescer no Senhor (I Pedro 2:2)
6 – Para ser fortalecido, consolado e ter esperança (Salmo 119:28, 50, 114)
7 – Para moldar-se a si mesmo e a sua vida corretamente (Salmo 119:11)
8 – Para poder enxergar claramente (Salmo 119:130)
9 – Para conhecer as intenções do seu coração (Hebreus 4:12)
10 – Para desenvolver a sua fé (Romanos 10:17)
11 – Para ter alegria (Salmo 16:11)
12 – Para compreender o poder de Deus (João 1:3)
13 – Para dar vida à vida (Salmo 119:50)
14 – Para discernir o bem do mal (Salmo 119:101-102)
15 – Para compreender o amor de Deus por você (João 1:14)
Uma dica para tornar a leitura da Bíblia mais interessante (para quem já a leu algumas vezes): procure uma versão diferente ou leia em um outro idioma. Se ainda não leu todo o Livro Sagrado nenhuma vez, comece agora.

sábado, 7 de abril de 2012

Porque pessoas inocentes sofrem?





INTRODUÇÃO



I – Fatos que provocam dúvidas

A – Se Deus é amor e misericordioso, por que permite o sofrimento? Por que mulheres e crianças inocentes sofrem enquanto pecadores contumazes gozam a vida?

1 – Numa cidade, um incêndio destruiu um asilo de crianças órfãs  e deixou intacta uma fábrica de pinga.

2 – Num assalto, um policial atira em direção ao facínora que foge com o dinheiro, enquanto a bala perdida deixa sem  vida uma garotinha que por ali passava.

3 – Um jovem embriagado, em alta velocidade, choca-se com o automóvel de uma jovem família matando o casal e deixando órfã a garotinha de 6 anos. O embriagado foi sem nenhum arranhão. Não é fácil entender o problema da dor.



B – Sendo Deus um ser de infindo amor e suprema compaixão (Êx. 34: 7), nenhum sofrimento pode ser atribuído a Ele. Então, de onde vem? Qual a fonte de sofrimento e morte?



II – quem é culpado da dor

A – Um cliente recebeu uma encomenda de relógios de uma casa mundialmente creditada. Ao desembrulhar ficou surpreendido por encontrar os mostradores partidos.

Que coisa esquisita pensou! Nunca tal aconteceu. É impossível que me tenha sido enviados assim da fábrica! O seu serviço de tantos anos , o seu crédito, a sua reputação fazem-me pensar que a encomenda foi aberta no caminho. Quem o fez? Quem estragou o mundo?

B – Jesus contou-nos uma história que ilustra estas questões básicas: Mt. 13:24-43

1 – Um homem semeou boas sementes em seu campo. Mas enquanto todos estavam dormindo, seu inimigo veio, semeou joio em meio ao trigo e depois fugiu. Quando o trigo germinou e cresceu, apareceu o joio. Os servos do fazendeiro lhe perguntaram: - “ Senhor, você não semeou boas sementes em seu campo? De onde vieram essas ervas daninhas?“ – “ Um inimigo fez isso” - ele respondeu.

Jesus replicou que o “campo é o mundo.”  Não havia tristeza, doenças ou morte. Mas um inimigo semeou o mal. Deus não é o responsável por isto. O inimigo é Satanás 

C – Ilustração: Faz algum tempo, havia um terrível bando de salteadores, que deixava em pânico as pessoas da cidade. Os habitantes do lugar tomaram então precauções especiais, o que dificultava os planos dos delinqüentes.

Um dia, o chefe do bando estudou um pano maquiavélico. O bando deixou de agir e espalhou a noticia, através de seus comparsas, de que o chefe havia sido assassinado. De início, as pessoas ficaram na expectativa. Finalmente, porém, acabaram acreditando. Pouco a pouco foram deixando de proteger-se. Nos finais de semana abandonaram suas casas, e assim por diante. O chefe enviou então seu pessoal às casas com maior disposição possível, despojando de seus bens os habitantes do lugar além de semearem a destruição  e temor.

Essa foi, mais ou menos, a estratégia de Satanás. Primeiro espalhou  algumas idéias ridículas, como as que expressam muitas pinturas medievais (como o diabo com calda de três pontas, etc.) e depois insinuou, que o diabo não existe. É então que ele causa a maior destruição.

D – Vicente Risco escreveu uma obra muito documentada intitulada: “Satanás – A História do Diabo”, editada pela Aymá de Barcelona, na qual faz um estudo a cerca de Satanás.

1 – apresenta  57 reproduções de obras de arte.

Pinta-o como uma criatura feia, com pés de cabra, asas de morcego, orelhas pontiagudas com grandes chifres e uma grande cauda terminada em afiados ganchos.

a – Alguns dizem: Não há diabo, cada um tem um diabo dentro de nós. Há expressões : "Fulano está com o diabo no corpo".

b – Jesus cria: “Eu via o diabo caindo do céu  como um relâmpago (Lc 10:18)

¨ “Tendes por pai o diabo”  (João 8:44)

¨ “Agora será expulso o príncipe deste mundo.”(João 12:31)

¨ Satanás tentou a Cristo 3 vezes no deserto.

¨ Precisamos conhecê-lo para não sermos enganados





II – DE ONDE ELE VEIO? COMO VEIO?

A – Deus não criou um diabo, mas anjos. Um deles chamava-se Lúcifer, que quer dizer “Portador de Luz”. Assim ele foi criado perfeito, mas escolheu o mal.



ILUSTRAÇÃO: Uma mãe tem um filho, cria-o com amor, aos 15 anos ele sai para estudar, e aos 30 anos torna-se bandido,por escolha pessoal. A mãe tem culpa? Nós também não podemos culpar a Deus.

B – Origem do mal:



1 – Lúcifer, “filho da alva”, era o 1º Querubim cobridor. Permanecia na presença de Deus. Abaixo de Cristo era o mais honrado no céu. Os Anjos deleitavam em obedecer-lhe as ordens. Era o regente do coral Celestial.



2 – Ez. 28:13-15 (571 V.T.) – “Estavas no Éden. Eras perfeito em formosura. Tu eras Querubim ungido para proteger... no monte santo de Deus estavas, no meio de pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que fostes criado, até que se achou iniqüidade em ti”.

3 – Pouco a pouco começou a ter desejo de exaltação própria. “Elevou-se o teu coração por causa da tua beleza... Tu dizias no teu coração:....acima das estrelas de Deus exaltarei  o meu trono....Serei semelhante ao Altíssimo.”

4 – Começou a difundir o espírito de descontentamento entre os Anjos. Agia em misterioso segredo. Insinuava dúvidas com respeito às leis que governavam os anjos, dando a entender que para os habitantes dos mundos não era necessário leis, nem de restrição aos anjos.

5 – Muitos anjos ficaram cegos pelos os enganos de Lúcifer. A divisão de sentimentos crescia entre os anjos. Os fiéis aconselhavam com rogos a renunciarem a rebelião e a se unirem a Deus. Muitos quiseram fazê-lo. Lúcifer porém engana-os, dizendo que tinha ido longe demais para voltarem; que ele  conhecia as leis divinas e sabia que Deus não perdoaria, seriam desposados de sua honra e rebaixados de sua posição. 

C – A Guerra no Céu

1 – Foi uma guerra mais excitante do que “Star Wars”(Guerra  nas Estrelas). Apocalipse 12:7-9 (p., NT), descreve esse confronto. Cada anjo teve de se posicionar de um lado ou de outro e decidir.

Um terço dos anjos tiveram de ser expulsos porque eles escolheram a mentira de Satanás (v. 3,4).

2 – E por que Deus não os destruiu?

a – Suponhamos que o Presidente do Brasil seja culpado de grande fraude ou desvios de verbas. Suponhamos que um dos Senadores mais achegados a ele o acuse de enviar milhões de dólares ao exterior. E que o Presidente, como comandante-chefe das forças armadas, assine um decreto ordenando aos generais prendê-lo e assassiná-lo. Com sua caneta o presidente pode silenciá-lo numa noite. Mas isso provaria que o presidente não desviara o dinheiro? Não, só provaria o contrário. Por isso Deus não eliminou Satanás, para que suas mentiras não parecessem verdadeiras.









III – A GUERRA SE DESLOCA PARA A TERRA

A – Usando uma serpente como instrumento, que estratégia utilizou Satanás para envolver o homem nesse conflito? II Co 11:3 (p., NT).

1 – Satanás insinuou dúvidas quando perguntou a Eva: - “É assim que Deus disse?” - As dúvidas que vêm à mente são plantadas não por Deus, mas por Satã. Se você duvida que pode ser um cristão, isso vem de Satanás, se você duvida que terá força para vencer o pecado, isso vem de Satanás

2 – Satanás introduziu o pecado que tornou uma barreira entre ele e Deus (Isa. 59:2)

3 – Separados de Deus, tornou-se separados da fonte da vida. Imediatamente as sementes da morte entraram em seus corpos, tornando-os em escravos de vícios, inveja, ódio, etc..(Rom 6:16)

B – Outros Truque de sua estratégia

1 – Falsos Ministros (II Co 11:14,15 - p., NT).

a – No Éden, serviu-se de um Instrumento incrível: a serpente. Hoje disfarçado com o manto da religião e das “boas obras” tem ministros da justiça que propagam o erro e distorcem a Bíblia.

2 – Operam sinais e milagres (Mt 7 :21-23; Mt 24:24 - pág., NT).

a – Satanás é capaz de citar a bíblia, isolada de seu contexto, como fez com Cristo na tentação do deserto. Usou as magias do Egito para imitarem através do ilusionismo a transformação de varas em serpente. Ele o faz para confundir e enganar (II Ts 2:9; Ap. 16: 13-14).



IV – OS DESDOBRAMENTOS DESTA GUERRA

A – A guerra continua em atividades Ef. 6:11-12 (pág., NT).

Esta é uma guerra intergaláctica. É uma guerra pelo controle de seu coração, sua mente, sua aliança. Satanás sussurra aos seus ouvidos, “viva a sua vida! você tem direito de ser feliz. Saia e divirta-se. Beba!. Aproveite os prazeres do sexo. Experimente os prazeres das drogas. Faça de seu carro, de sua casa, dos esportes um deus.”

B – A experiência de Jó.

1 – Satanás viu a integridade de Jó e desafiou a Deus: “Jó O serve porque ele tem uma boa casa, carruagens e um grande rebanho. Jó serve porque ele tem boa saúde, uma bela e atraente esposa e filhos saudáveis. Mas se Você tirar a sua casa e outras posses, ele O amaldiçoará. As pessoas O servem, Deus, porque elas têm boas coisas e não por amor. Seu serviço é motivado pelo egoísmo.”

2 – Mas Deus disse: - “Satanás, suas acusações não são verdadeiras acerca de Jó. Tire dele o que quiser, e eu sei que ele ainda servirá. Tudo está em suas mãos, mas não fira o seu corpo".

¨ Então Satanás desceu e tirou tudo de Jó.

¨ E ainda Jó permaneceu fiel a Deus (Jó 1:21).

3 – Satanás então disse: - “Deus, se eu pudesse tocar o corpo de Jó, ele O amaldiçoaria”.

4 – O Senhor permitiu a Satanás testar o Seu  servo contanto que a sua vida não fosse tirada. O anjo mau causou úlceras, doenças terríveis, mas ainda Jó servia a Deus. E o que mantinha Jó confiante em meio ao sofrimento?

5 – Mesmo que o corpo fosse destruído, ele veria Jesus no dia da Ressurreição. (Jó 19:25-27).

6 – Satanás quer que pensemos que as coisas más que nos acontecem vem de Deus.

C – Contra quem estará Satanás pessoalmente ocupado nesses últimos dias? (Ap. 12:27- p., NT).

D – Como podem os seres humanos vencê-lo? (Ap. 12:11).

O Diabo sabe que está perdido, por isso se apresenta como leão que ruge(I S. Pe. 5:8), pois ao final do milênio será destruído  no lago de fogo em enxofre( Ap. 20:10, 14; Ez. 28 :18-19)

ILUSTRAÇÃO: Um homem ainda moço ficou viúvo. Tinha uma filhinha. Um de seus amigos convidou-o para passar alguns dias em seu lar, mas ele resolveu enfrentar a situação em sua própria casa, a despeito das muitas lembranças  da esposa, que nela havia. Ao vir a noite, leu a Bíblia e fez oração com a criança. Em seguida, vestiu-lhe um pijama, colocou-a na cama  e se retirou para o seu quarto, para descansar. O jovem viúvo,  porém , não conseguia dormir. Era meia-noite quando ouviu o os soluços da criança. Levantou-se e a abraçou. Disse-lhe então a menina:

– Papai, não quero chorar; quero ser forte, mas não consigo... Paizinho, você já viu uma noite tão escura quanto esta? É tão escura que não posso ver-lhe o rosto. Mas não é verdade, paizinho, que embora não possa ver seu rosto, você me ama? -          O pai estreitou-a nos braços  e poucos minutos depois a criança estava dormindo. Então, voltando a seu quarto,  ele se ajoelhou e, usando quase as mesmas palavras de sua filhinha, orou a seu Pai Celestial:

– Pai, a noite é muito escura. Quase não posso ver-Te o rosto, mas sei que me amas, e que posso confiar em Ti.

Sim, na hora da crise, da angustia e da dor; quando parece que tudo se desmorona e é como se o poder demoníaco estivesse para destruir-nos, é hora de buscarmos a Deus; é hora de nos apegarmos, pela fé, à mão de Jesus, pois,  Ele venceu a Satanás, continua vencendo e o vencerá definitivamente no fim dos tempos.








O bom uso do dinheiro


O  BOM  USO  DO  DINHEIRO

O que é dinheiro?
Pode parecer-lhe absurdo iniciar este tema procurando definir o que é dinheiro, mas permita-me pensar de modo diferente.
No fim do século passado, um jornal londrino abriu um concurso visando achar a melhor definição para a palavra dinheiro. Seis mil definições foram enviadas e entre estas a que ganhou o prêmio foi a seguinte:
"Um artigo que pode usar-se como passaporte universal para ir a todas as partes, menos ao céu, e como fornecedor geral de todas as coisas, com exceção da felicidade".

Houve outras definições muito sugestivas sempre focalizando a sua utilidade e o culto que a humanidade lhe consagra.
Alguém o definiu como: "O Deus do avarento, o joguete do rico, a jóia da classe média e a inveja do pobre".
O pensador brasileiro Marquês de Maricá afirmou:
"Riqueza é poder, habilitando os que a possuem para fazerem muito bem ou muito mal".
Extenso livro poderia ser escrito, se arrolássemos tudo o que já disseram sobre o dinheiro, mas limitemo-nos a mais alguns conceitos, que nos ajudarão a compreender melhor este tão importante assunto:
"Cristo não condena as riquezas em si, mas o amor às riquezas... Um homem rico pode estar desprendido de suas riquezas, e um pobre, obcecado pelo dinheiro... O fato de ser rico é uma responsabilidade... Os que mais receberam em bens materiais, em cultura e em dons, têm obrigações de divididos. H. M. Oger.
"O rico, no plano de Deus, é apenas o tesoureiro do pobre." Augier
"A posse das riquezas tem malhas invisíveis em que insensivelmente, o coração fica preso!" Bossuet
"Sobre cofres de moedas, Jesus teria escrito: "Perigo de morte", como os engenheiros nas torres de transformadores elétricos". Bernanos
"Quando os ricos gastam em interesses pessoais, o supérfluo necessário à subsistência dos pobres estão roubando a estes pobres".
São Tomás de Aquino
"Se a avidez pelos bens terrestres enche meu coração, onde Deus encontrará lugar?" Paula Hoesl

O Dinheiro Compra:

Um leito, mas não o sono.
Casa rica, mas não um lar.
Luxo, mas não a cultura.
Vestuário belíssimo, mas não a beleza.
Divertimentos, mas não a felicidade.
Uma igreja, mas não a salvação.

A humanidade corre desesperada na ânsia de conseguir riquezas, porque elas nos trazem muitas vantagens, mas muitos se aviltam nesta conquista. Observando o caminho apressado e ofegante, dos habitantes de uma grande cidade, como São Paulo, temos a impressão que seu coração só bate da maneira seguinte: dinheiro, dinheiro, dinheiro.
Por que corre a humanidade tão avidamente a procura dinheiro?
Alguns o procuram obstinadamente para luxarem, outros para comerem do bom e do melhor, muitos para não precisarem mais trabalhar e quase todos com o objetivo principal de possuírem casas confortáveis, automóveis luxuosos, ainda terem a  possibilidade de viajar através do mundo. Há outra classe que talvez seja mais indigna do que as antecedentes, é a daqueles que ajuntam dinheiro só pelo prazer de ter dinheiro, não o gastando nem sequer em beneficio próprio. Esta é a classe dos avarentos.
Conta-nos a história que Vaudile, célebre avarento francês, muito rico, amava com tanta intensidade o dinheiro que desejando poupá-lo fazia apenas uma refeição por dia, composta de um pãozinho, uns pingos de leite e um gole de vinho. Pessoas semelhantes a esta, existem em todas as partes do mundo e em maior número do que pensamos.
Há poucos dias, a notícia de um senhor idoso, que desmaiou aqui em São Paulo, em uma das ruas de Pinheiros. Julgaram que fosse mendigo, pois desmaiara por falta de alimento, mas qual não foi a surpresa, quando encontraram muito dinheiro em seus bolsos e acabaram descobrindo que era dono de muitas casas no bairro onde residia, mas tão sovina que não se alimentava para não gastar o dinheiro.
Em vários seres a paixão pelo dinheiro chega a tornar-se uma loucura. Relata-nos a história, que Calígula, nos últimos anos de sua vida adquiriu idolatria pelo dinheiro. Durante quatro anos de prepotência deu cabo do erário de Tibério e aumentou consideravelmente os impostos. Gostava de caminhar descalço sobre enormes montes de ouro, espalhados numa vasta sala. Algumas vezes rolava nas pilhas de moedas, soltando urros de prazer.
O marechal de La Ferté nos fornece um exemplo interessante da sedução que o dinheiro exerce. Ao tomar posse do governo da Lorena, os judeus vieram saudá-lo. Ele não os quis receber alegando:
– É impossível. Causam-me horror, pois traíram meu soberano. Informaram-lhe que traziam um presente de quatro mil moedas.
– Oh – exclamou o marechal – quando os coitados traíram meu soberano decerto não o conheciam!
Recebendo-os assim, prazerosamente, mas, apenas por causa do dinheiro.
Inúmeras pessoas vivem apenas com o objetivo de ajuntar dinheiro. Não o guardam obedecendo a um ideal nobre. Desejam apenas amealhar não levando em consideração as vantagens que possam auferir da abastança. O dinheiro aprisionado no cofre do avarento é comparado a um fruto estéril, mas é o plano divino que ele esteja em mãos generosas de filantropos, para ser uma semente fecunda.
Em Eclesiastes 2 e 5, encontramos a condenação do mau uso do dinheiro. Diz Salomão que é uma miséria a riqueza conservada para ruína do seu dono, e um grande mal que ele viu debaixo do sol um homem a quem Deus deu bens não fazer bom uso destes bens.
Há entre os livros do escritor paulista, Paulo Setúbal, um com o nome de Eldorado; quando li este volume o que mais me impressionou, depois da procura voraz das minas de ouro, foi a decadência dos costumes em conseqüência deste mesmo ouro. Na página 171 ele afirma: "Mas ouro quer dizer desgraça, ouro quer dizer ruína. Ouro e crime são irmãos gêmeos". Com conhecimento de causa, ele declara que ouro é sinônimo de desgraça, enquanto muitos de nós ainda estamos pensando que ouro é sinônimo de felicidade.
Um homem muito rico em Manaus, antes de morrer escreveu: "Todos os males que vêm ao mundo são por causa do dinheiro. Esta declaração é real, porque quase sempre o dinheiro e mal usado.

O Cristão Como Administrador dos Bens Divinos

Como cristãos, estamos bem cientes da nossa responsabilidade, de sermos apenas administradores ou mordomos das posses materiais, que o Senhor nos confiou. Devemos usar o nosso dinheiro, tendo em mente a missão da igreja e ainda para proporcionar alegria e auxílio aos necessitados.
A palavra mordomia é bastante familiar em nossos arraiais; ela é proveniente de duas palavras latinas, mor e ardomus, significando o maior ou o chefe da casa. Ela eqüivale à palavra grega oikonomia, composta de oikos – casa e nomos – lei; significando portanto a lei que deve administrar uma casa. A palavra oikonomia é usada apenas 18 vezes em o Novo Testamento.
Otto A. Piper comentando a passagem de Mateus 6:24 afirma: "Jesus mostra com clareza, que o dinheiro é um poder cósmico, do qual o homem não pode escapar. A questão real está em se deve ou não ser considerado um poder soberano. Insiste ainda: Jesus não disse que a riqueza é má e a pobreza, boa. Aponta sim, a dificuldade especial que têm os ricos em acreditar que o plano redentor de Deus é de primeira importância neste mundo. E termina: É como administrador que o homem possui as coisas; deve usá-las segundo a finalidade determinada por Deus na criação do mundo". Dar é Viver, de Samuel Young, pág. 9.

O Cristão e a Liberalidade

Embora a liberalidade seja uma das mais belas virtudes do cristianismo, e quase todos louvem os que possuem este dom, é difícil a uma pessoa desprender-se com facilidade de seus bens materiais.
Para ter esta virtude é necessário ter a Cristo no coração. II Cor. 5:14.
É bom ter em atente que Deus promete recompensar a liberalidade de acordo com Isaías 58:10-11.
A orientação divina para o ato de dar é muito sábia. II Cor. 8:12; I Cor. 6:2.
"O espírito de liberalidade é o espírito do céu". AA, pág. 339.
Salomão nos mostra que há rica recompensa para a alma liberal:
"A quem dá liberalmente ainda se lhe acrescenta mais e  mais, ao que retém mais do que e justo, ser-lhe-á em pura perda. A alma generosa prosperará, e quem dá a beber será dessedentado". Prov. 11:24, 25.
Os exemplos de liberalidade da palavra de Deus são muitos, mas podem ser destacados os seguintes:
1.ª) O exemplo divino. Gên. 1:29; S. João 3: 16.
Deus foi o maior doador, pois não nos deu apenas o Seu amado Filho, mas nos dá abundantemente todas as coisas. Pensemos no ar, na água, na luz, nas flores, nas árvores, nos pássaros, enfim em tantas coisas que tornam a vida digna de ser vivida. Nossas palavras de gratidão por estas dádivas devem ser as de Paulo em II Cor. 9:15:
"Graças a Deus pelo seu dom inefável".
A generosidade divina aos homens é um pensamento que nunca encontra palavras adequadas que o expressem.
2.ª) O Rei Davi. I Crôn. 39:1-4.
3.ª) A viúva pobre. Luc. 21:3.
4.ª) Maria ao ungir os pés de Jesus. S. João 12:3.
5.ª) A Igreja Apostólica. Atos 2:45; II Cor. 8:2.
Alguns pareceu interpretar mal Ecles. 5:19: "Quanto ao homem, a quem Deus conferiu riquezas e bens, a lhe deu poder para deles comer, e receber a sua porção, e gozar ao seu trabalho: isto é dom de Deus", concluindo que lhes cabe o direito de gastar o dinheiro a seu bel-prazer.
Toda a pessoa vai responder pelo uso que fez do dinheiro que lhe passa pelas mãos.
Paulo em I Tim. 6:17 confirma a verdade ensinada por Salomão. A loucura consiste em pôr a confiança na riqueza, em vez de usá-la consoante a vontade e a determinação divinas.
"Jeová deu a riqueza da Terra a Seu povo para sua alegria. Este, em troca, não devia esquecer e dizer: 'Minha força conquistou tudo isto' Deut. 8:17. O fato de Israel ter esquecido, que seus recursos eram um sinal de sua dependência de Deus, está intimamente relacionado com o quebrantamento do concerto e sua busca de outros deuses. Quando Israel esqueceu e quebrou o concerto, sua terra e sua riqueza foram tomadas e eles foram mandados para o exílio. Através da história de Israel severas advertências são dirigidas contra os que se esforçam por conseguir riquezas mediante ganância, trapaça e deslealdade, e contra o orgulhar-se e gloriar-se na riqueza". – The Interpreter's Bible.

Dez Razões Bíblicas Desestimuladoras em Adquirir Riquezas

1.ª) A pessoa enriquecida, se não cuidar, passa para a classe dos difíceis de serem salvos. Mat. 19:23-24.
A pessoa passa a sentir-se amparada em novo esteio de segurança, a ponto de sentir-se segura sem Deus.
2.ª) O amor ao dinheiro torna o homem insaciável, avarento. Ecles. 5:10.
Diz Paulo que a avareza (apego ao dinheiro) nem deve ser nomeada entre os verdadeiros cristãos. Efés. 5:3.
A pessoa que idolatra o dinheiro não herda o reino de Deus. Efés. 5:5.
3.ª) O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. l Tim. 6:10.
4.ª) As riquezas terrestres são efêmeras.  Prov. 27:24; Tiago 5:3.
5.ª) Cristo sendo o nosso exemplo em tudo, deu-nos um sublime exemplo de desprendimento das coisas materiais, não possuindo nem sequer um cômodo. S. Mat. 8:20.
6.ª) O apego ao dinheiro faz a pessoa perder a noção de justiça, honestidade, retidão, e ela passa a defraudar os assalariados. Gên. 31:7; Prov. 22:7; Tiago 2:6.
7.ª) A ambição de conquistar posses materiais leva a pessoa a ser simuladora, isto é, a fingir ser rica ou pobre atendendo a conveniências. Em outras palavras leva à   mentira. Prov. 3:7.
8.ª) O servir às riquezas ou a Mamon insensibiliza o coração de muita gente. Mat. 6:24.
9.ª) O dinheiro serve de empecilho à aceitação do evangelho de Cristo, como aconteceu ao moço rico. Mat. 19:22.
O mundo continua hoje repleto de moços ricos que preferem o dinheiro à aceitação do evangelho.
10.ª) A Bíblia desaconselha o aumento dos bens materiais, dizendo através de Salomão, que não é sábio correr atrás de riquezas (Prov. 28:22); que é loucura nelas confiar (Prov. 11:28).
Prezado amigo, quem sabe, você ainda não se deteve para pensar no perigo que existe na avidez por adquirir riquezas, medite um pouco nestas declarações de Ellen G. White:
"Disse o Senhor a Seu anjo que havia até então ministrado à irmã: eu a tenho provado na pobreza e na aflição, e ela não se separou de Mim, nem se rebelou contra Mim. Prová-la-ei agora com a prosperidade. Revelar-lhe-ei uma página do coração humano com a qual ela não está familiarizada. Mostrar-lhe-ei que o dinheiro é o mais perigoso inimigo que ela já tenha encontrado. Revelar-lhe-ei o engano das riquezas; que elas são um laço, mesmo para os que julgam seguros contra o egoísmo e imunes contra a exaltação, a extravagância, o orgulho e o autor do louvor dos homens". Testemunhos Seletos, Vol.  l, pág. 248.

Advertências Finais

"Depositar a confiança em qualquer coisa que não seja em Deus, seja riqueza, conhecimento, posição ou amigos, coloca-nos em perigo". SDABC, sobre Êxodo 20:3.
"Os que estão prontos e dispostos a investir na causa de Deus, serão abençoados em seus esforços por ganhar dinheiro... Devemos ter sempre em mente que somos associados de Deus. Sua obra e Sua causa demandam a primeira consideração". – Our Calling, pág. 194.
"Deus não condena a prudência e a previsão no uso das coisas desta vida, mas o cuidado febril, a ansiedade indébita com relação às coisas do mundo não estão de acordo com a Sua vontade". – Mordomia e Prosperidade, pág, 158.
O bom uso do dinheiro faz parte da educação cristã como nos ensina o livro Educação:
"Que se ensine cada jovem e criança não simplesmente a resolver problemas imaginários, mas fazer com precisão as contas de seus próprios ganhos e gastos. Que aprenda o devido uso do dinheiro, usando-o... fazendo um registro de suas despesas aprenderão, como não o fariam de qualquer outra maneira, o valor e o uso do dinheiro". Pág. 239.
O amor ao dinheiro é um mal que tem suas raízes na valorização do eu, no egoísmo do coração não santificado.
Há muitas maneiras de honrarmos a Deus, mas uma delas é através do nosso dinheiro, como nos diz a Sua palavra, em Provérbios 3:9-10.

A História de Oito Homens Ricos

Leia atentamente o relato que se segue, para concluir se vale a pena lançar-se freneticamente na busca de riquezas.
Em 1923 celebrou-se uma reunião muito importante no Hotel Edegewater Beach, em Chicago. Presentes a esta reunião estavam oito dos maiores financistas. Eram os seguintes:
O presidente da maior companhia independente de aço.
O presidente da maior companhia de utilidades públicas.
O presidente da maior companhia de gás.
O presidente da Bolsa de Valores de Nova Iorque.
Um membro do gabinete do presidente.
O maior acionista de Wall Street.
O chefe do maior monopólio do mundo.
O presidente do Banco de Ajuste Internacional.
Temos de admitir que ali se encontravam homens bens sucedidos nos negócios. Pelo menos eram homens que haviam descoberto o segredo de ganhar dinheiro.
Vejamos qual era a situação destes homens 25 anos mais tarde:
O presidente da maior companhia independente de aço, Carlos Schwab, morreu na bancarrota e viveu de empréstimos nos últimos 5 anos de vida.
O presidente da maior companhia de utilidades públicas, Samuel Insull, morreu fugitivo da justiça e sem um vintém num país estrangeiro.
O presidente da maior companhia de gás, Horward Hopson, ficou louco.
O presidente da Bolsa de Valores de Nova York, Ricardo Whitney, há pouco tempo foi solto da penitenciária de Sing-Sing.
O membro de gabinete do presidente, Alberto Fall, recebeu o perdão no presídio para poder morrer em casa.
O maior acionista de Wall Street, Jesse Livermore, suicidou-se.
O chefe do maior monopólio do mundo, Ivan Grueger, suicidou-se.
O presidente do Banco Internacional, Leão Fraser suicidou-se.
Todos esses homens aprenderam bem a arte de ganhar dinheiro, mas nenhum deles aprendeu a viver. – Journal of Living, setembro de 1949.


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Educação dos filhos


A  EDUCAÇÃO  DOS  FILHOS



“Herança do Senhor são os filhos: o fruto do ventre seu galardão”. Sal. 127:3.



            Depois do relacionamento entre os cônjuges, o relacionamento mais  importante na vida do casal é o deles com os filhos. Os filhos são dados como herança de Deus, embora muitas vezes,  no decorrer de nossa vida de pais, sintamo-nos  tentados a pedir ao Senhor  que tome conta sozinho por uns tempos, do presente  que nos deu.

            Gosto sempre de dizer que os filhos são  como amplificadores nossos, sendo a forma mais segura de levar-nos  a ultrapassar nossas próprias limitações. Não há nada que possamos sentir em nós mesmos que se compare a dor que  sentimos se alguma tristeza  ou sofrimento se abate  sobre um filho nosso. Em compensação,  não há alegria que nos advenha  comparável aquela que  sentimos quando um filho nosso é feliz ou alcança um sucesso almejado.

            Entretanto,  da mesma forma que o calor do sol endurece o gesso mas derrete a cera, que faz bem a nossa saúde, mas mata os micróbios, os filhos podem servir de traço de união ou separação entre o casal. 

            Os  atritos que surgem com relação aos filhos podem surgir de fatores tão variados quanto ao número de filhos que cada um  deseja ter, a hora em que devem  lançar-se a essa aventura(um pode querer ter os filhos logo, e um em seguida do outro, e o seu cônjuge,  pode querer esperar mais e ter os filhos com maior intervalo), e até mesmo,  em alguns casos,  se devem ou não terem filhos. Mesmo depois de aplainarem essas dificuldades  iniciais,  vem aquelas causadas pelas diferenças  de opiniões quanto ao modo  de educarem os filhos.

            Efésios 6:4: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na admoestação do Senhor”. Esse versículo responde a diversas perguntas  com relação a educação dos filhos: quem, o que e como?



1.      Vejamos a quem são dirigidas essas palavras de instrução.

O pai e a mãe,  como uma unidade, são responsáveis pela educação dos filhos. Embora a mãe, por ser aquela cujo próprio corpo abriga e alimenta o filho, que passa mais tempo junto dela nos primeiros anos de vida, esteja intimamente ligada ao seu desenvolvimento, ela não é a única responsável pelos filhos. Êxodo 20:12 diz: “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolongue os teus dias  na terra que o Senhor teu Deus te dá.” “Filho meu, ouve o ensino de teu pai, e não deixe a instrução de tua mãe”. Provérbios 1:8.

            Quando a Palavra de Deus fala aos pais, está se referindo aos dois. A tarefa de educar aos filhos é dada ao pai e a mãe, com  a do pai acrescida de ser a cabeça do lar.

            Entretanto,  é bastante comum os pais se omitirem à tarefa de cuidarem  pessoalmente dos filhos.  Muitos usam a desculpa do trabalho ou de outras atividades  em que estão envolvidas para deixarem  as crianças totalmente por conta das esposas, especialmente se estas não trabalham fora de casa.



2.      Se ambos os pais são igualmente responsáveis pelo cuidado dos filhos, o que,  exatamente devemos fazer?



Que tipo de instrução lhes são  dirigidas?  Cabe aos pais a obrigação de criar aos filhos , pois este verbo aparece no imperativo: “criar”,  o que indica não ser uma opção para qualquer um dos dois.  As crianças não crescem automaticamente como Deus deseja que venham a ser, elas brigam, batem, mordem, tomam brinquedos umas das outras, judiam dos mais tímidos, e algumas vezes são cruéis.

            O Dr. Bruce Narramore, em seu livro: “Socorro, temos filhos”,   apresenta-nos quatro  necessidades básicas das crianças, que os pais devem satisfazer:



A . Necessidades Espirituais.

            É nossa (pais) a necessidade de ensinar a nossos filhos acerca do pai do céu e das verdades eternas.



B. Necessidades Físicas.

            Cabe aos pais a responsabilidade de promover o melhor que puderem  para seus filhos,  cuidando das necessidades básicas  para uma boa saúde que se refletirá inclusive  no desenvolvimento mental da criança.



C. Necessidades  Emocionais.

            A criança precisa acima de tudo, saber que é amada e sentir-se segura da presença dos pais. É  por isso que a separação de um casal é uma tragédia  tão grande para os filhos, pois  solapa a base sobre a qual  repousa o equilíbrio emocional da criança.



D. Todas as Necessidades.

            Não obstante nossas imperfeições, temos que nos esforçar para  suprirmos da melhor maneira  possível  todas as necessidades  de nossos filhos, sem desanimar, porque “o amor cobre multidões de  pecadores” I Pedro 4:8.



3.      O terceiro aspecto da educação dos filhos, agora que já vimos quem é responsável por ela, e o que ela deve visar alcançar  na vida dos pequeninos, é o de como vamos atingir  este objetivo.  



O versículo que nos serve de base apresenta dois aspectos  fundamentais do processo  educacional, sendo o primeiro negativo: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos a ira”, e o segundo positivo: “cria-os na disciplina e na admoestação do Senhor”. (Efésios 6:4). Colossenses  3:21 usa ainda palavras  mais  fortes para mostrar o que não devemos fazer: “Pais, não irritais os vossos filhos. Antes, ensinam  que não devemos trata-los  da maneira que se sintam  frustrados,  derrotados, amargurados, hostis, preguiçosos,  pessimistas, negativos, atemorizados,  inseguros, rebeldes, ressentidos, desviando-se do caminho do bem. Para evitar que isso aconteça, devemos:



A . Não esperar deles mais do que são capazes de dar ou fazer.

            Não há nada tão corrosivo para a auto-estima da criança quanto a sensação de não corresponder  ao que se espera dela.  Além das limitações próprias de cada idade,  como nos ensina a passagem acima, devemos avaliar as aptidões de nossos filhos,  para ajudá-los a desenvolverem-nas ao máximo,  sem contudo exigir deles o que não podem dar ou alcançar.  É muito comum os pais sentirem que seus filhos  são uma extensão deles próprios, ao invés de pessoas em si mesmas.  Assim, tudo o que a criança faz ou deixa de fazer reflete-se sobre a imagem dos pais. , passando-se estes a exigir dela perfeição de comportamento, inteligência e dons. A criança não  pode administrar  as próprias limitações,  pois sente que não será amada se os pais descobrirem  que é imperfeita. Se ao contrário, sentir-se aceita e amada como é, a criança terá ânimo para dar o melhor de si mesma.



B. Aceitar nossos filhos como eles são não significa que vamos deixá-los crescer  ao léu.

            Ao ensinarmos os nossos filhos as coisas boas, devemos  ter me mente que o caminho em que a criança deve andar  não é um só para todos, mas que atente para as suas características específicas. Nossos filhos também são diferentes, cada um deles com  suas características especiais. Precisamos conhecer quais são para podermos educá-los  segundo suas próprias necessidades.  Tentar encaixá-los a todos na mesma forma é uma boa maneira de desanimá-los.

            Para educarmos nossos filhos, segundo suas características especiais, entretanto, teremos de conhecê-los bem, essa é uma tarefa que requer tempo. Não é em poucos minutos que  distinguiremos o caráter e as tendências das crianças.

            Devemos nos lembrar que, se temos obrigação de ensinar palavras boas aos nossos filhos, temos também a enorme responsabilidade de viver de acordo  com o que ensinamos. Observar que os pais ensinam uma coisa  mas vivem outra leva a criança ao desânimo e a frustração.

           

C. Não adianta esperar que, pelo simples fato de termos ensinado nossos filhos o que é certo,  através de palavra e exemplos, eles vão sempre agir como certo.

            Haverá hora em que precisaremos repreendê-los. Entretanto, a nossa repreensão deve ter o objetivo de ajudá-los a crescer, a se desenvolver,  e não desanimá-los e não faze-los sentirem-se diminuídos. É especialmente danoso  o hábito de rotularmos nossos filhos,  chamando-os de  “molengos”, “estúpidos”, “idiota”, “língua de trapo”, e mesmo os mais inofensivos como “desajeitados”  e assim por diante. Estes rótulos,  mesmo quando reconhecidamente  merecidos, ficam gravados no íntimo da  criança, e a  perseguem por toda a vida, abalando a confiança que tem no próprio valor.



D. Outra maneira de levarmos nossos filhos ao desânimo e a irritação é a de não permitirmos  que errem.

Atacamos cada erro deles como se fosse uma ofensa pessoal. Entretanto, o erro pode ser uma ferramenta eficaz no ensino. É lógico que podemos permitir que a criança  experimente alguma coisa  que represente um perigo verdadeiro  para si. Contudo, se já tiver sido ensinado  a ela que não deve fazer algo por ser prejudicial, e ela insistir em faze-lo, aprenderá a lição por  si mesma e adquirirá mais confiança  ainda nos pais.  A mãe diz ao Joãozinho para não chegar perto do forno, por que está quente. O menino fica por ali, mas a mãe insiste para que ele se afaste, ao faze-lo passa bem perto do forno e encosta nele a mão, retirando-a logo em seguida com um gritinho de dor. Aprendeu as próprias custas que deveria ter obedecido a mãe.  Esta não precisa dizer mais nada. A lição está muito bem aprendida.

Ás vezes,  um aparente desobediência é uma simples ignorância  do que é esperado deles. É necessário explicar  claramente as regras,  regulamentos e expectativas  que temos para com nossos filhos. Toda a disciplina requer o estabelecimento de limites, mas esses deverão ser delineados com clareza, ou levarão a criança  à frustração, à hostilidade e ao ressentimento. A criança só estará  desobedecendo se estiver  deliberadamente  contrariando uma ordem  clara que lhe foi dada.



E.     Entretanto,  não somos perfeitos nem tampouco  são perfeitos nossos esforços  em educar nossos filhos. Uma das coisas mais importantes  que os pais podem fazer  é reconhecer que erraram  e pedir perdão aos filhos.

Muitos pais evitam isso, mesmo quando reconhecem haver errado, por achar que perderão o respeito dos filhos. Entretanto, dá-se o contrário, por que na maior parte das vezes a criança já sabe intuitivamente  que o adulto errou. A admissão do erro ajuda a criança de duas formas: ela começa a reconhecer nos pais,  seres humanos falíveis,  mas amorosos e devotados, e a aprender a perdoar.  Ao tomar consciência da imperfeição  dos pais  a criança passa a aceitar com mais  tranqüilidade suas próprias limitações. Esse clima de aceitação e perdão dentro do lar e entre os membros da família é de suma importância para o desenvolvimento  de filhos bem ajustados e felizes.



F.     O aspecto mais abrangente para  assegurar que nossos filhos  não fiquem desanimados  ou irritados é, sem dúvida,  o amor e a aceitação que demostramos para com eles.

Parece que se é dispensável falar  que os pais precisam amar a seus filhos, pois achamos que fazemos isso naturalmente. Entretanto, quantas vezes não demonstramos esse amor. Somos ríspidos, exigentes, intolerantes, ou então, simplesmente supomos  que nossos filhos entendem que os amamos sem que jamais lhes tenhamos dito isso. O amor tem que ser manifestado através do carinho  físico, de palavras de estímulo e apreciação,  de elogios bem dosados, dos gestos que traduzem a importância  que tem para nós, dando-lhes o nosso tempo e atenção, conversando com eles, tentando ver as coisas da perspectiva deles. Quantas vezes a criança aceita com facilidade uma restrição que  é imposta ao sentir  que os pais a impõem  mas   compreendem como ela se sente.

Além de educarmos as nossas crianças de maneira a não ficarem irritadas, precisamos trabalhar os aspectos positivos  de seu desenvolvimento. Não basta deixarmos de fazer as coisas erradas. Precisamos concentrar nossos esforços nas certas.

A passagem de Efésios 6:4 nos diz que devemos criá-los  na disciplina e na admoestação do Senhor”. O que isso significa em termos práticos? O que é disciplina do Senhor?

A disciplina de Deus é fruto de seu amor por nos e visa o nosso  aperfeiçoamento. Disciplina não é castigo.  Entretanto, a finalidade da disciplina  é o aprimoramento, é a santificação.

Uma condição essencial  para a disciplina seja  eficaz é o acordo entre os pais quanto ao que será exigido da criança e a medida  a ser usado para assegurar a obediência e regras estabelecidas. Se o filho sentir que um dos pais diz  uma coisa  e outro diz outra, ficará inseguro quanto ao que fazer, e tirará proveito da situação jogando um dos pais contra o outro, evitando obedece quando isso não lhe convier. Por exemplo, a mãe diz que a criança não pode chupar balas antes do jantar, mas o pai não tão envolvido quanto a mão com o problema da alimentação dos filhos,, não considera importante faze-la cumprir  essa ordem. Júnior logo percebe que essa ordem não faz diferença, e apela para o pai  quando quer fazer isso. Quando a mãe vê o que o filho fez e o repreende,  logo responde: “mas o papai deixou”.  O resultado final desse tipo de desunião entre os pais  pode ser desastroso, pois daí em diante a criança a usará como arma  para escapar ao cumprimento das ordens, jogando um dos pais contra o outro.

Embora os diversos aspectos da disciplina requeiram grande parte do nosso tempo e esforços, não devemos  esquecer de separar tempo  para cultivar o amor e a amizade de nossos filhos. A medida que convivemos com eles, vamos construindo um museu de recordações. Devemos nos esforçar  para guardar nele  um grande número de memórias felizes, que servirão para sustentá-los nas horas  de reprovação ou correção.  Nem sempre os grandes momentos que planejamos com tanto cuidado constituem a maior parte do acervo desse museu. Muitas vezes são os pequenos momentos  que deixam marcas indeléveis na memória.



CONCLUSÃO:



Pais sábios, além do tempo que devotam aos filhos em geral,  separam tempo para cada um deles em particular: Um passeio especial, sozinho com o papai ou com a mamãe, uma horinha para compartilhar algum acontecimento alegre ou algum desapontamento, transformam-se  em preciosa dádiva que os pais devem dar a seus filhos.